NOTÍCIAS 

 

04/06/2020

Os participantes do PPSP-R e do PPSP-NR que ficaram sem pagar as contribuições extraordinárias do PED-2015 devido a decisões judiciais poderão escolher em breve a forma de pagamento para quitar o saldo devido. O simulador ainda não foi disponibilizado, pois, em função da pandemia do coronavírus, que afeta financeiramente muitas famílias, a Petros está estudando a viabilidade de também oferecer aos participantes a opção de postergar ainda mais o início do parcelamento do PED-2015.
Como já comunicado, o parcelamento é fruto de uma negociação com as entidades representativas dos participantes com o objetivo de minimizar o impacto desse custo no orçamento mensal daqueles que ficaram com parcelas em aberto.
A Petros vai disponibilizar uma ferramenta para que o participante faça sua opção e conheça os detalhes de sua situação, como valor do saldo atualizado e das prestações para cada uma das formas de pagamento. O montante devido, atualizado pela meta atuarial do plano, poderá ser pago à vista ou parcelado pelo prazo máximo correspondente à expectativa de vida do participante. A opção padrão será relativa à expectativa de vida, que é o prazo máximo de parcelamento.
O parcelamento terá prestações fixas de ao menos R$ 50 e incluirá um valor destinado ao fundo de quitação por morte, que funciona como um seguro de vida, para garantir que, em caso de falecimento, o saldo devedor do participante seja quitado de forma que não haja prejuízo para o plano nem qualquer ônus para herdeiros ou sucessores.
A forma de pagamento escolhida pelo participante não poderá ser alterada a não ser para quitação do saldo à vista. É importante destacar que a Petros fez um esforço para oferecer mais opções de parcelamento do que o inicialmente acordado.
O objetivo do parcelamento é garantir que todos os que não pagaram o PED-2015 ajustem suas contas com o plano, visando à sustentabilidade do PPSP-R e do PPSP-NR. Em breve, a Petros comunicará mais detalhes sobre o assunto aos participantes, bem como as datas de início de cobrança.

 

Fonte: Petros

03/06/2020

20/05/2020

Castello Branco já foi notificado
A partir de representação do deputado federal Paulo Ramos (PDT-RJ), o Ministério Público Federal (MPF) instaurou investigação para apurar denúncias de irregularidades na mudança de gestão da Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS) dos empregados da Petrobrás.
O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, já foi oficializado.
A AMS mudou o modelo de gestão do plano de saúde da Estatal e subsidiárias o que irá impactar, significativamente, os cofres da empresa, pois, segundo cálculos do deputado, será gerada imediatamente uma despesa de R$ 2 bilhões, além de aumentar os custos para os empregados.
A AEPET está promovendo ação na justiça para barrar mais esta iniciativa da diretoria, que contraria interesses da Companhia e de funcionários da ativa e aposentados.
A Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS) é um benefício de assistência suplementar de saúde, sem fins econômicos, de natureza assistencial, criado e instituído desde 1975, através de Acordo Coletivo de Trabalho pactuado entre a Petrobras e entidades sindicais representantes dos empregados. Para operação, a Petrobras mantém registro como Operadora de Saúde de autogestão junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O Benefício é disponibilizado para empregados ativos, aposentados e pensionistas, além de dependentes e agregados, a eles vinculados, totalizando 246 mil beneficiários. Por ser um plano de autogestão, sem fins lucrativos, reduz significativamente os custos para a empresa e seus beneficiários, além de ser o principal benefício da Estatal e instrumento de atração e retenção dos profissionais.

19/05/2020

 

Atenção aposentados e pensionistas. A direção da Petrobrás vem adotando várias medidas que nos atingem diretamente, na Petros e/ou AMS. TODO CUIDADO É POUCO. Por isso, a denúncia do companheiro aposentado, Carlos Augusto Costa dos Santos, Técnico de Segurança da UO-BA, nos alerta para um problema que poderá vir a ocorrer no procedimento da PROVA DE VIDA, principalmente para aqueles mais jovens, e se desligaram recentemente da empresa, devem ficar atentos, como também os que saíram do convênio INSS/PETROS.

Para os segurados que recebem por meio do convênio INSS/Petros, o procedimento é interno, realizado pela própria Petros. Já para aqueles que que se desvincularam do convênio INSS/PETROS devem procurar sua agência bancária para realizar a PROVA DE VIDA, no período solicitado. Baseado nisso, se permanecer o convênio INSS/PETROS, a Diretoria da ASTAPE-BA recomenda a não desvinculação.

Por algum erro, há dois meses, o registro do petroleiro aposentado Carlos Augusto foi parar no Sistema de Controle de Óbitos do INSS (SISOBI) e por isso seus benefícios foram suspensos. Desde então, Carlos Augusto tenta reaver o benefício, seguindo orientações do INSS, da Petros e da agência bancária. Nesse jogo de empurra-empurra até agora nada foi resolvido e por isso, teve de recorrer às economias para pagar as contas e garantir a sobrevivência dele e sua família.

A ASTAPE-BA sensibilizada com a situação do companheiro entrou em contato com o escritório da Petros na tentativa de achar uma saída. O órgão acredita na possibilidade de que o erro foi do INSS, responsável pelo cadastro dos beneficiários.

Para reaver o benefício, o órgão recomenda ao aposentado entrar no site Meu INSS (meu.inss.gov.br), acessar a Declaração de Regularidade de Situação do Contribuinte Individual (DRSCI) e encaminhá-la para a Petros pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O DRSCI comprova que o trabalhador está com situação cadastral regular e com seus recolhimentos em dia.

Esperamos que o companheiro consiga resolver o problema com essas recomendações.

Para entender o problema veja o depoimento do colega Carlos Augusto:

Caros colegas aposentados pelo sistema PETROS/INSS. Trago uma experiência vivida e que qualquer beneficiário aposentado pode também passar. Estou há dois meses sem receber o benefício Petros e nem INSS, tudo porque fui incluído no SISOBI (sistema de óbitos do INSS). Com isso tive suspenso ambos os benefícios.

A Petros por sua vez nos deixa órfãos, sob alegação de que só poderá reativar os pagamentos após o INSS regularizar a situação. Com isso, até o acesso à área do participante está negado (não tenho acesso). Interessante é que a Petros é responsável pela PROVA DE VIDA dos beneficiários, acredito que nenhum de nós, aposentados, tenha ido ao banco para fazê­-lo, eu já tentei, mas o banco informa que não tem dados para isso.

Dei entrada no pedido de reativação do benefício no INSS e lá a informação que sempre me dão é que o pedido está em ANÁLISE.

A Petros, por sua vez, nos ignora dizendo apenas que só normalizará os pagamentos e o acesso ao portal (área do participante) quando o INSS reativar o benefício.

Aqui está tudo bem até o momento. Por enquanto, venho utilizando minhas suadas reservas para honrar os meus compromissos financeiros e de subsistência até que tudo se resolva.

A ideia de falar sobre esta experiência é para alertar sobre esta possível situação e se não tivermos uma reserva, que cubra pelo menos alguns meses de nossas responsabilidades financeiras, poderá se instalar o caos em nossas vidas.

 

Aposentado da Petrobrás Carlos Augusto Costa dos Santos, Técnico de Segurança, UO-NS

17/05/2020

Em função da pandemia de covid-19, o INSS decidiu prorrogar o convênio para pagamento de seus segurados pela Petros, que terminaria em junho. O instituto informou que seus benefícios continuarão sendo pagos pelo convênio até que suas agências retomem o atendimento presencial.

 

A Petros possui convênios específicos com as patrocinadoras Petrobras e BR Distribuidora que garantem o repasse, para a Fundação, dos recursos necessários para antecipar o pagamento do valor relativo ao benefício do INSS nos dias 10 e 25 de cada mês. Esses convênios são necessários para que haja essas antecipações, pois o INSS só repassa os recursos para a Petros no 5º dia útil do mês subsequente.

Assim que foi notificada da prorrogação do convênio com o INSS, a Petros informou às patrocinadoras. A BR Distribuidora já comunicou que manterá, no dia 10 de cada mês, o adiantamento de 40% dos benefícios Petros e INSS e, no dia 25, os 60% restantes do INSS a seus ex-empregados que integram o PPSP-R e o PPSP-NR.

O convênio da Petros com a Petrobras, que garante o repasse dos recursos necessários para a realização dos adiantamentos (40% dos benefícios da Petros e do INSS no dia 10 e 60% do INSS no dia 25), possui a mesma vigência do convênio da Fundação com o INSS. Assim, os pagamentos serão mantidos normalmente durante a vigência do convênio, a não ser que haja manifestação contrária da patrocinadora.

Caso a Petrobras decida finalizar o convênio com a Petros e encerrar o repasse dos valores que são pagos antecipadamente aos participantes, o benefício Petros seria integralmente creditado no dia 25 de cada mês, sendo antecipado para o dia útil anterior caso a data caia num fim de semana ou feriado. Já o benefício do INSS seria pago pela Petros até o 5º dia útil do mês seguinte enquanto o convênio com o instituto estiver em vigor.

A Petros continuará em contato com o INSS e com a Petrobras. Assim que novas informações forem divulgadas, comunicaremos os participantes.

 

Fonte: Petros

14/05/2020

ASTAPE-BA - ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROBRAS DA BAHIA.