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21/07

BRASÍLIA — Nem o carnaval de Salvador fica fora da lista de irregularidades ocorridas na Petrobras nos últimos anos. Se nos últimos dois anos a Lava-Jato revelou um esquema multibilionário envolvendo obras da estatal, apurações internas feitas recentemente pela companhia revelam outra faceta da farra que ocorreu por lá nos anos de vacas gordas.

Uma das apurações mostra que políticos, dirigentes da estatal e até o ex-secretário particular da presidente afastada, Dilma Rousseff, assistiram de camarote à festa às custas da petrolífera. E ainda sobrou dinheiro para bancar um trio elétrico que tem como maior estrela a prima de um ex-dirigente da estatal. Agora, a Petrobras diz que tentará obter o ressarcimento dos prejuízos.

Foi no rastreamento de recursos de patrocínios no carnaval que se chegou até o Tripodão. A Petrobras direcionou, entre 2008 e 2015, R$ 880 mil ao trio elétrico fundado por Francisco Alberto Tripodi Filho. A estrela do carnaval do trio é sua filha, a cantora Viviane Tripodi. Francisco é primo de Armando Tripodi, chefe de gabinete da presidência da Petrobras na gestão de José Sérgio Gabrielli. No site da cantora, a logomarca da Petrobras permanece em destaque até hoje. O dinheiro destinado ao trio foi apenas uma parte dos R$ 8,6 milhões repassados a duas empresas de eventos da família.

TRÁFICO DE DROGAS

Armando Tripodi pediu demissão da Petrobras em fevereiro, depois de ter sido conduzido coercitivamente no âmbito da Lava-Jato, sob a acusação de recebimento de propina. O trio elétrico, por sua vez, apareceu em uma investigação criminal. Em maio, a Polícia Federal levou à prisão Marcelo Rodrigues, marido de Viviane, sob a acusação de chefiar quadrilha de tráfico de drogas. O galpão onde fica o trio foi um dos locais em que foram apreendidos entorpecentes. O GLOBO tentou contato com Viviane e o trio, mas não obteve resposta. Armando Tripodi não foi localizado.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/petrobras-gastou-milhoes-com-ingressos-para-carnaval-de-salvador-para-presentear-politicos-19756474#ixzz4FQnkqYMB 
© 1996 - 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 

BRASÍLIA — Nem o carnaval de Salvador fica fora da lista de irregularidades ocorridas na Petrobras nos últimos anos. Se nos últimos dois anos a Lava-Jato revelou um esquema multibilionário envolvendo obras da estatal, apurações internas feitas recentemente pela companhia revelam outra faceta da farra que ocorreu por lá nos anos de vacas gordas.

Uma das apurações mostra que políticos, dirigentes da estatal e até o ex-secretário particular da presidente afastada, Dilma Rousseff, assistiram de camarote à festa às custas da petrolífera. E ainda sobrou dinheiro para bancar um trio elétrico que tem como maior estrela a prima de um ex-dirigente da estatal. Agora, a Petrobras diz que tentará obter o ressarcimento dos prejuízos.

Foi no rastreamento de recursos de patrocínios no carnaval que se chegou até o Tripodão. A Petrobras direcionou, entre 2008 e 2015, R$ 880 mil ao trio elétrico fundado por Francisco Alberto Tripodi Filho. A estrela do carnaval do trio é sua filha, a cantora Viviane Tripodi. Francisco é primo de Armando Tripodi, chefe de gabinete da presidência da Petrobras na gestão de José Sérgio Gabrielli. No site da cantora, a logomarca da Petrobras permanece em destaque até hoje. O dinheiro destinado ao trio foi apenas uma parte dos R$ 8,6 milhões repassados a duas empresas de eventos da família.

TRÁFICO DE DROGAS

Armando Tripodi pediu demissão da Petrobras em fevereiro, depois de ter sido conduzido coercitivamente no âmbito da Lava-Jato, sob a acusação de recebimento de propina. O trio elétrico, por sua vez, apareceu em uma investigação criminal. Em maio, a Polícia Federal levou à prisão Marcelo Rodrigues, marido de Viviane, sob a acusação de chefiar quadrilha de tráfico de drogas. O galpão onde fica o trio foi um dos locais em que foram apreendidos entorpecentes. O GLOBO tentou contato com Viviane e o trio, mas não obteve resposta. Armando Tripodi não foi localizado.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/petrobras-gastou-milhoes-com-ingressos-para-carnaval-de-salvador-para-presentear-politicos-19756474#ixzz4FQnkqYMB 
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A Justiça Federal no Rio de Janeiro decretou o bloqueio de R$ 1,35 bilhão de 46 investigados - pessoas físicas e jurídicas - por suposto desvio de recursos dos fundos de pensão Petros, da Petrobras, e Postalis, dos Correios, na compra de debêntures do Grupo Galileo. 

A informação sobre o congelamento de ativos foi divulgada no site da Procuradoria da República no Rio que deflagrou, nesta sexta-feira, 24, em conjunto com a Polícia Federal, a Operação Recomeço.

 Acolhendo pedido dos procuradores, a 5ª Vara Federal Criminal do Rio ordenou a prisão de sete alvos: o ex-diretor financeiro do Postalis Adilson Florêncio da Costa; os sócios do Grupo Galileu à época dos fatos, Márcio André Mendes Costa e Ricardo Andrade Magro; os então representantes legais da Universidade Gama Filho Paulo César Prado Ferreira da Gama e Luiz Alfredo da Gama Botafogo Muniz; o ex-diretor do Grupo Galileo Carlos Alberto Peregrino da Silva; e o advogado Roberto Roland Rodrigues da Silva Júnior. 

A Recomeço aponta desvios na aquisição dos títulos mobiliários. Além da prisão de sete investigados, a Justiça autorizou buscas e apreensões em doze endereços (um em Brasília, um em São Paulo e dez no Rio).

Segundo o Ministério Público Federal, em dezembro de 2010, o Grupo Galileo emitiu debêntures no valor de R$ 100 milhões para captar recursos a fim de recuperar a recém-adquirida Universidade Gama Filho. 

"As investigações encontraram fortes indícios de que o dinheiro captado foi ilegalmente desviado para outros fins, em especial para contas bancárias dos investigados, de terceiros e de pessoas jurídicas relacionadas aos investigados, o que levou à quebra definitiva da Gama Filho e da UniverCidade, também mantida pelo Grupo, e ao descredenciamento delas pelo Ministério da Educação em 2014, com danos a milhares de estudantes", diz o texto divulgado no site da Procuradoria. 

O esquema também teria prejudicado os fundos de Pensão Postalis e Petros, que adquiriram em 2011 as debêntures do Grupo Galileo confiando na recuperação da Gama Filho. 

A operação causou perdas aos segurados no valor de R$ 90 milhões e também foi apurada pela CPI dos Fundos de Pensão na Câmara dos Deputados, cujo relatório final, aprovado em abril de 2016, concluiu pela irregularidade da compra dos títulos mobiliários e apontou indícios de graves ilícitos penais.  

"A gravidade dos supostos crimes cometidos é potencializada por dois fatores sociais cruéis: o prejuízo em suas aposentadorias sofrido pelos segurados dos fundos de pensão afetados e o irreversível dano que milhares de alunos das universidades Gama Filho e UniverCidade tiveram que suportar em razão do conexo

descredenciamento efetivado pelo MEC por conta da ruína dessas instituições de ensino", disse o procurador regional da República Márcio Barra Lima. 

Márcio Lima coordena com o procurador da República Paulo Gomes o grupo de quatro procuradores mobilizados para a investigação denominada Recomeço. 

Fonte: Diário do Grande ABC

 

No dia 20 de abril, a ministra Maria Thereza de Assis Moura, corregedora-geral da Justiça Eleitoral, autorizou a apuração das suspeitas de que a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, em 2014, havia utilizado gráficas para lavar dinheiro do Petrolão. Na última semana, o relatório entrou em fase final de redação e uma perícia deverá ser oficialmente divulgada no próximo mês. ISTOÉ apurou que as evidências de lavagem de recursos desviados da Petrobras se confirmaram.

As empresas VTPB, Focal e Red Seg não conseguiram comprovar que prestaram os serviços declarados durante as últimas eleições, o que reforçam os indícios de que eram mesmo de fachada e serviram de ponte para o pagamento de propinas do Petrolão. Juntas, elas receberam uma fábula da campanha de Dilma em 2014: R$ 52 milhões.
A Focal foi a segunda que mais recebeu recursos do PT, só ficando atrás do marqueteiro João Santana. Um total de R$ 24 milhões. Mas a gráfica, assim como a VTPB e a Red Seg, simplesmente não apresentou notas fiscais, comprovantes de pagamento, ordens de serviço, contratos trabalhistas ou de subcontratação de terceiros, além de extratos de transferências bancárias que justificassem as atividades exercidas para a campanha de Dilma a um custo milionário. Esses documentos eram fundamentais para provar que as gráficas não foram usadas como laranjas pelo PT para esquentar dinheiro ilegal. A ausência da papelada compromete a campanha de Dilma e incrementa o caldo político que pode levar ao seu afastamento definitivo em agosto, no derradeiro julgamento do impeachment. “A ausência da devida comprovação de gastos eleitorais, principalmente quando envolver altos valores, pode indicar a ocorrência de graves fraudes e até lavagem de dinheiro, com sérias consequências”, afirmou o presidente do TSE, Gilmar Mendes.

 

 

Chamou a atenção do TSE o volume gasto pelo comitê eleitoral de Dilma com serviços de confecção de faixas e santinhos. No dia 29 de julho do ano passado, o ministro Gilmar Mendes, que ocupava a cadeira de vice-presidente da corte eleitoral, pediu à Polícia Federal que investigasse as três empresas. No documento, Mendes recomendou que os agentes concentrassem as atenções na empresa Focal. A PF aproveitou e relacionou a VTPB no bojo da apuração. Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) já apontava para a existência de crime de lavagem de dinheiro praticado pela VTPB uma vez que havia a comunicação de movimentação atípica nas contas da empresa.
Outro indício de que as empresas fornecedoras possam fazer parte do esquema de lavagem de dinheiro, por meio de serviços gráficos, refere-se à prestação de contas da campanha da petista. Há centenas de recibos eleitorais de doações de materiais e serviços. Parte deles está em nome dos mesmos financiadores diretos da campanha. Ou seja, o “produto” doado é produzido pelas mesmas empresas suspeitas, mas leva o carimbo de outra campanha. É o caso do deputado Vicentinho. Ele encomendou à Focal Comunicação a produção de centenas de faixas para a campanha da presidente. O que intriga a investigação é que o petista, que arrecadou pouco mais de R$ 1,4 milhão, tenha ainda contribuído materialmente para a reeleição de Dilma com R$ 350 milhões.

Também intrigou os técnicos do TSE o fato de valores declarados nos recibos de doação de materiais serem muitas vezes bem abaixo do valor praticado no mercado. Do total da produção de santinhos pela Axis Grafica, de São Caetano do Sul (RS), o Comitê Financeiro do PT doou para a campanha de Dilma 6,5% de um total de 30 mil, ou 1.950 itens. O valor declarado pela campanha foi de apenas R$ 14,62. Mas uma no mercado gráfico o valor médio é de R$ 1,8 mil para a quantidade total encomendada e de R$ 121 equivalente ao percentual doado.
A ministra Maria Thereza, relatora do pedido de cassação de Dilma no TSE, ainda está pedindo o compartilhamento de provas e informações obtidas pelas investigações da PF. À ISTOÉ, o ministro Gilmar Mendes ponderou que “nem todas as diligências foram cumpridas pelo TSE e há outras em curso, de modo que há de se aguardar uma maior quantidade de elementos para elaboração do relatório final da perícia”. O prazo é de 90 dias, que alcançará meados de agosto. Até lá, é possível que o afastamento definitivo de Dilma Rousseff já tenha sido julgado pelo Senado.

Fonte: Agência o Globo

 

O Ministério da Fazenda acaba de divulgar uma lista com as 500 maiores empresas devedoras do Fisco. A Vale é a líder com uma dívida de R$ 41,9 bilhões, seguida por Carital Brasil, antiga Parmalat Brasil e que deve R$ 24,9 bilhões. Em terceiro lugar está a Petrobras, com R$ 15,6 bilhões em débitos não saldados com a União. 


O total devido por essas 500 companhias da lista somam R$ 392,3 bilhões, de acordo com dados da Procuradoria-Geral da Fazenda. Esse montante se fosse quitado de uma única vez, equivale 14,5 Bolsas Famílias, sem contar que seria suficiente para cobrir o rombo das contas públicas de 2014, de R$ 32,5 bilhões, e ainda ajudaria o governo a cumprir a meta fiscal inicial para este ano, de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB), ou R$ 66,3 bilhões. No entanto, o restante, pouco mais de R$ 290 bilhões, não seria suficiente para consertar definitivamente o descompasso fiscal do governo, que gasta bem mais do que arrecada todos os anos, o que contribui para o aumento do rombo nas contas públicas.

 

As empresas aéreas que chegaram a liderar os mercados no século passado e faliram durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva: Vasp, Varig e Transbrasil, também integram a lista, com dívidas de R$ 6,2 bilhões, R$ 4,6 bilhões e R$ 2,2 bilhões,respectivamente.


O Banco Bradesco está em 7o lugar entre os maiores devedores do Fisco, com o maior montante entre as instituições financeiras da lista: R$ 4,9 bilhões. Na sequência está o extinto Banco Nacional, que, de acordo com a Fazenda, está em processo de liquidação e tem um débito de R$ 2,6 bilhões. O Banco Itaucard aparece em 44o lugar na lista, devendo R$ 1,3 bilhões. Na 49a posição está o Banco Econômico, também em liquidação, devendo R$ 1,2 bilhões.

1.Cia Vale do Rio Doce: 41,9
2.Carital Brasil Ltda: 24,9
3.Petrobras: 15,6
4.Indústrias de Papel R Ramenzoni S/A: 9,7
5.Duagro Adm. e Participações: 6,5
6.Viação Aérea São Paulo (Vasp): 6,2
7.Banco Bradesco: 4,8
8.Varig: 4,6
9 - American Virginia Ind. e Comércio Exp. De Tabacos Ltda: 4,1
10.Condor Factoring Fomento Comercial: 4,1

Total devido das 500 maiores: 392,3 bilhões

Fonte: Ministério da Fazenda

31/06

ELEIÇÃO CEPE SSA 2016-2019

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

A Comissão Eleitoral especialmente designada pelo Conselho Deliberativo do CEPE SSA e Ratificada pela Petrobras através do DIP RNNE 000075/2016 para a realização do processo eleitoral CEPE-SSA para o triênio 2016/2019, no uso de suas atribuições e em conformidade com o Capítulo VI do Estatuto Unificado, resolve acatar a decisão proferida pelo Exmº. Sr. Dr. Juiz de Direito da 10ª Vara Cível e Comercial de Salvador (autos nº: 0527474-12.2016.8.05.0001) para reinserir a Chapa 2 no Processo Eleitoral a partir do momento de sua exclusão, convoca os eleitores associados em pleno gozo dos seus direitos estatutários, e com base nas normas do Regulamento e Regimento das Eleições, a participar da ele ição direta relativa ao triênio 2016-2019 que ocorrerá em agosto próximo, para a Diretoria Executiva, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal.

As eleições serão realizadas no período de 16 a 18 de agosto de 2016 por meio eletrônico. O associado da ativa votará em sua base de trabalho através de link disponibilizado no Correios Notes. O associado aposentado votará através de software instalado em computadores disponibilizados no Ediba e na sede do Cepe SSA.

A Comissão Eleitoral

DATAS  DAS  ELEIÇÕES  16, 17 E 18 DE AGOSTO

VOTE CHAPA  1  É A MELHOR OPÇÃO PARA  ADMINISTRAR O CEPE SSA  2016/2019

ASTAPE-BA - ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROBRAS DA BAHIA.