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20/06/2020

 

Uma associação de alta produtividade, com baixo custo de operação, focada na gestão do plano de saúde. Assim o gerente geral de Desenho Organizacional da área de Recursos Humanos da Petrobras, Felipe Tokar Dubus, define a entidade sem fins lucrativos que assumirá o novo modelo de gestão da AMS Petrobras. Há 16 anos na companhia, o engenheiro de produção conduz, na equipe de transição, a criação da estrutura organizacional e dos processos da nova entidade, além de estabelecer suas interfaces com a Petrobras. Nesta entrevista, ele conta que o momento é de estruturação do desenho organizacional da nova associação, que contará com órgãos próprios de governança, incluindo instâncias participativas, como Assembleia, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal. “A gestão transparente, com forte controle e organização, é o nosso foco para entregar os melhores resultados para beneficiários e para a rede credenciada”, garante.


Como é realizado o trabalho da equipe de transição?


O trabalho é desenvolvido a partir do entendimento da situação atual dos processos e responsabilidades da AMS Petrobras e do futuro que desejamos construir, com base em pesquisas de referenciais externos e melhores práticas de mercado. Os profissionais da AMS Petrobras têm nos ajudado bastante no entendimento pormenorizado dos processos vigentes e na antecipação dos desafios que poderemos enfrentar. Nossa atuação também é em estreita parceria com os setores Jurídico e de Governança da companhia, para que todos os aspectos relacionados ao novo modelo de gestão sejam cobertos tecnicamente e possam contribuir com o resultado final: uma associação de alta produtividade, baixo custo, eficiente, focada na gestão do benefício, com elevados níveis de qualidade de entrega.


Quais as fases do processo de transição para o novo modelo de gestão?


O momento é de estruturação do modelo de governança da nova associação. Estamos estudando todos os processos necessários para o pleno funcionamento da entidade, considerando as obrigações legais e os referenciais externos, por meio da experiência de outras instituições semelhantes. É necessário cobrir todas as atividades que estarão sob responsabilidade da associação e entender a carga de trabalho que cada frente de atuação demandará. Nossa expectativa é concluir essa estrutura até agosto e, com a aprovação do grupo multidisciplinar, dar prosseguimento ao processo decisório e às demais etapas para criação da associação.


Como será o desenho organizacional da nova associação?

O organograma completo ainda não está definido. Além das áreas operacionais tradicionais em um plano de saúde - parte administrativa e financeira, processos técnicos de saúde, normas regulatórias, instrumentos de controle e acompanhamento da rede credenciada – estão previstas instâncias participativas, como Assembleia, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal. A associação contará com órgãos próprios de governança e com controles internos específicos de operadoras de planos de saúde, por exemplo, para o desenho e o acompanhamento de riscos. Tudo isso produzirá um sistema de integridade mais robusto. A nova estrutura também aliviará a gestão interna da Petrobras, evitando que a companhia – especializada na indústria de óleo, gás e energia - precise se dedicar a uma outra área de atuação, a saúde suplementar. A gestão transparente, com forte controle e organização, é o nosso foco para entregar os melhores resultados para beneficiários e para a rede credenciada.


Quais os avanços da nova proposta em relação à estrutura atual da AMS?


O novo modelo favorecerá a gestão do benefício, a agilidade na resposta a demandas dos beneficiários e da rede credenciada, o controle de abusos e fraudes, a transparência, a redução de custos. Esses avanços são viáveis porque trabalharemos com uma estrutura profissional dedicada à gestão do plano de saúde e, ao mesmo tempo, mais enxuta e focada. Para isso, associação será integralmente dedicada à gestão do benefício e contará com profissionais com competências da área de saúde suplementar.

 

15/06/2020

18/06/2020

 

A Petros conseguiu reverter na Justiça do Rio de Janeiro decisões que haviam suspendido a cobrança retroativa de parcelas não pagas do PED-2015 do PPSP-R e PPSP-NR para sete participantes, em duas ações movidas recentemente por escritório de advocacia contra este pagamento. Essas decisões reforçam o entendimento de que a cobrança retroativa das contribuições extraordinárias do PED-2015 está respaldada na decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de setembro do ano passado.

Em uma das decisões, em 10/6, a juíza Daniela Bandeira de Freitas, da 15º Vara Cível do Rio de Janeiro, a mesma que havia analisado a petição dos autores e suspendido a cobrança, exerceu o chamado juízo de retratação, reconsiderando sua decisão, após analisar recurso da Petros. A outra decisão favorável à Petros ocorreu em segunda instância, em 16/6. A desembargadora Odete Knaack de Souza, da 22ª Câmara Cível da Justiça do Rio de Janeiro, acolheu os argumentos da Petros ao analisar agravo de instrumento, suspendendo os efeitos da decisão de primeira instância e, assim, restabelecendo a cobrança retroativa.

Em ambos os despachos, foi destacado o efeito da decisão do ministro João Otávio de Noronha, do STJ, em setembro de 2019, que suspendeu as liminares que impediam os descontos, restabelecendo integralmente as contribuições extraordinárias para o PED-2015. “Vejo presente o requisito de verossimilhança da alegação e constato o perigo do dano irreparável ou de difícil reparação consistente no equilíbrio financeiro e atuarial do fundo de previdência complementar de âmbito nacional”, escreveu a desembargadora da 22ª Câmara Cível da Justiça do Rio ao conceder o efeito suspensivo.

É importante ressaltar que o equacionamento atende a uma determinação legal, sendo fundamental para a sustentabilidade e liquidez dos planos. Vale lembrar ainda que a Petros vem buscando formas de amenizar o impacto do PED-2015 na vida dos participantes, por meio de alternativas que incluem redução das alíquotas de contribuição extra, com a implementação do novo modelo de equacionamento, e formas de pagamento dos valores retroativos do PED-2015, medidas acordadas com as entidades representativas dos participantes.

 

Fonte: Petros

18/06/2020

11/06/2020

 

Devido à pandemia, participante poderá começar a pagar em julho ou janeiro

Conforme acordado com as entidades representativas ao longo dos últimos meses, os participantes do PPSP-R e do PPSP-NR que ficaram sem pagar as contribuições extraordinárias do PED-2015 devido a decisões judiciais poderão escolher como quitar o saldo devido. A Petros havia se comprometido a oferecer duas formas de pagamento: à vista ou pelo prazo da expectativa de vida do participante. A partir de um esforço da Fundação, os participantes terão ainda mais opções, podendo parcelar pelo tempo em que ficaram sem fazer a contribuição extra multiplicado por até dez vezes. O total de opções poderá variar dependendo da expectativa de vida de cada um.

Sensibilizada com os impactos financeiros causados pela pandemia da covid-19, que afeta financeiramente muitas famílias, a Petros também oferecerá aos participantes uma carência para iniciar o pagamento do saldo devido. Será possível escolher entre duas datas para começar a pagar: julho deste ano ou janeiro de 2021.

O número de parcelas e a data de início de pagamento precisam ser definidos por cada participante entre os dias 15 de junho e 8 de julho, inclusive por aqueles que optarem pela carência de seis meses.

Caso o participante não defina sua escolha até o dia 8 de julho, a opção padrão adotada será relativa à expectativa de vida, que é o prazo máximo de parcelamento, e a partir de julho, ou seja, sem carência. Assim, quem não se manifestar sobre a forma de pagamento dentro do prazo terá a dívida automaticamente parcelada pelo número de meses correspondente à expectativa de vida e a cobrança será iniciada no mês que vem.

Para escolher a forma de pagamento, a partir de segunda-feira, o participante deverá entrar no hotsite do novo modelo de equacionamento, acessar a aba Parcelamento PED-2015 e, depois, "Clique aqui para fazer o parcelamento". Após informar matrícula e senha Petros, o participante entra no ambiente de opção de parcelamento, onde há detalhes da situação individual, como valor do saldo atualizado e das prestações para cada forma e data de início do pagamento. O ambiente de opção de parcelamento estará disponível, também, no aplicativo da Petros. Basta clicar no banner e seguir as orientações.

O montante devido, atualizado pela meta atuarial do plano, pode ser pago à vista, parcelado em até dez vezes o tempo em que as contribuições extras ficaram suspensas ou pelo prazo máximo correspondente à expectativa de vida do participante. O parcelamento tem prestações fixas de ao menos R$ 50 e inclui um valor destinado ao fundo de quitação por morte, que tem o objetivo de garantir que, em caso de falecimento, não haja prejuízo para o plano nem para os demais participantes.

Quem optar pelos seis meses de carência pagará, de julho a dezembro, apenas o valor referente ao fundo de quitação por morte. O saldo do PED-2015 será parcelado conforme o período escolhido, começando em janeiro de 2021. As prestações que serão pagas a partir de janeiro também incluirão um valor para o fundo de quitação por morte.

É importante ressaltar ainda que a forma de pagamento escolhida pelo participante não poderá ser alterada a não ser para quitação do saldo à vista.

O modelo de parcelamento oferecido a quem ficou sem pagar o PED-2015 foi previamente apresentado às federações dos petroleiros e dos marítimos, bem como debatido no fórum das entidades que representam os participantes.

O objetivo do parcelamento é garantir que todos os que não pagaram o PED-2015 ajustem suas contas com o plano e a sustentabilidade do PPSP-R e do PPSP-NR. Também permite que quem deixou de pagar possa escolher como fazê-lo, parcelando a dívida de modo a reduzir o impacto deste custo sobre seu orçamento mensal, principalmente neste período de pandemia.

 

Fonte: Petros

10/06/2020

05/06/2020



Dando continuidade à série “Petros responde”, iniciativa para fortalecer nosso compromisso com a transparência, o tema da vez é “Impacto do coronavírus nos investimentos”. O assunto foi um dos mais recorrentes nas perguntas enviadas pelos participantes durante a live realizada em 20/5 com o presidente Bruno Dias, acompanhado do diretor de Investimentos, Alexandre Mathias, e do gerente executivo de Atuária, Akira Miki. Por isso, elencamos os principais questionamentos e explicações sobre este tema. Confira!

Como foi o impacto da crise provocada pelo coronavírus nos investimentos da Petros?


A parada na economia em função da pandemia do novo coronavírus provocou fortes quedas nos mercados globais. O índice Ibovespa, principal referência do mercado, teve o pior trimestre da história, entre janeiro e março. Este cenário impactou todos os investidores do mundo. Na Petros, os resultados acumulados dos planos no primeiro trimestre refletiram este movimento, levando à queda da rentabilidade. Mas, com os movimentos realizados entre março e abril na gestão das carteiras, já houve uma recuperação nos preços dos ativos, com rentabilidade consolidada de 3,52% em abril e de 2,48% em maio – proporcionando uma melhora significativa da rentabilidade dos planos, em torno de 5,5 pontos percentuais de crescimento no ano, em média.


Os ativos alocados em renda variável também começaram a apresentar melhora, com valorização de 10,80% em abril, superando o Ibovespa, que subiu 10,25%, e de 7,88% em maio, próximo ao patamar da Bolsa, que fechou com alta de 8,57%.


O que a Petros tem feito para proteger a carteira e recuperar perdas?


Desde o início da crise gerada pela pandemia do coronavírus, a Petros vem adotando uma postura cautelosa, a partir de mecanismos para reduzir os impactos dos efeitos sobre os ativos, protegendo os investimentos dos planos e, ao mesmo tempo, trabalhando de forma intensa para adaptar as carteiras às novas circunstâncias. Neste sentido, num primeiro momento, deslocamos recursos da renda variável para títulos públicos longos, com taxa de rentabilidade atrelada à inflação, aproveitando a abertura das taxas (elevação dos juros). Posteriormente, com a melhora do mercado, começamos a fazer um movimento parcial de recomposição da alocação em renda variável e também aumentamos a posição em NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional - série B) de longo prazo.


É importante esclarecer que a forte valorização dos investimentos da Petros em 2019 – com a maior rentabilidade em 12 anos, destaque entre os melhores resultados do país, tanto em relação a entidades de previdência abertas e fechadas quanto na comparação com bancos e gestoras independentes – ajudou a mitigar os impactos da crise.


O momento é desafiador, mas a Petros está trabalhando nas melhores alternativas de alocação para a carteira de investimentos e, ao mesmo tempo, atuando com segurança para proteger o patrimônio dos participantes. As estratégias de investimentos da Petros seguirão com foco no longo prazo, de acordo com os compromissos futuros dos planos de benefício.


Qual é o risco de impactar o pagamento de benefícios aos participantes?


A Petros tem plena capacidade financeira para honrar seus compromissos, independentemente do cenário adverso, e possui recursos líquidos suficientes para seguir cumprindo sua missão de pagar em dia os benefícios dos participantes, como tem feito ao longo dos seus quase 50 anos de história. A Petros trabalha com uma margem de segurança grande e não há qualquer problema de liquidez. Grande parte dos recursos está investido em ativos líquidos. Além disso, o grau de liquidez é monitorado a todo momento pelas equipes técnicas, de modo a garantir a capacidade financeira dos planos.


Por que a Petros investe em renda variável?


Os planos de benefícios precisam obter rentabilidade equivalente à meta atuarial nos seus planos. É a meta atuarial que prevê o rendimento necessário para que o plano possa fazer frente a seus compromissos atuais e futuros. Em um cenário econômico de juros baixos, a tendência é que a rentabilidade dos títulos de renda fixa fique abaixo das metas atuariais. Por isso, a necessidade de se investir também em renda variável. Neste contexto, as Políticas de Investimentos da Petros focam em ativos com rentabilidade esperada maior, porém respaldadas por uma gestão rigorosa no controle de riscos. Cabe destacar ainda a importância do segmento dentro da estratégia de diversificação dos investimentos.

É importante esclarecer também que, ao fim de 2019, quando foram elaboradas as Políticas de Investimentos vigentes, com o cenário de médio prazo que se desenhava naquele momento (juro baixo, inflação controlada e recuperação da atividade econômica), fazia-se necessário investir em Bolsa como uma das alternativas para compor o portfólio dos planos e, assim, alcançar a meta de rentabilidade. Naquela ocasião, não havia como prever a atual crise nem o forte e rápido impacto sobre os mercados financeiros globais e brasileiro. O ano de 2020 também começou muito promissor, tanto no Brasil como no exterior. Mas a pandemia do novo coronavírus, sem precedentes, alterou o cenário de forma significativa, e muito rapidamente, impactando o desempenho de todos os investidores.

Como ficam as perspectivas de resultados para 2020?


Investimentos de planos de previdência devem ser observados sob a ótica de longo prazo. Por isso, ainda é cedo para falar sobre a rentabilidade do fim do ano e o resultado dos planos. O que podemos afirmar é que estamos trabalhando dia e noite para proteger a carteira e também fazendo os ajustes necessários para prepará-la para uma retomada, aproveitando as oportunidades e buscando a rentabilidade dos ativos, perseguindo a meta atuarial. Além disso, é importante destacar que a Petros investe em maior proporção em títulos públicos federais emitidos pelo Brasil, que têm baixo risco de crédito, e possui ações sólidas de empresas importantes e consolidadas, com a robustez necessária para enfrentar momentos de turbulência na economia e se recuperar de crises.


A Petros está fortemente comprometida em proteger o patrimônio dos participantes, conduzindo uma gestão com total diligência e responsabilidade na administração dos recursos dos participantes.

 

Publicada em 04/06/2020

 

04/06/2020

 

Prezados associados e colaboradores! A ASTAPE-BA, em cumprimento às recomendações da Secretaria de Saúde e, zelando pela saúde dos nossos associados, tomará as seguintes providências e recomendações:


1. Só será permitida a entrada nas nossas dependências administrativas, fazendo o uso correto da máscara;


2. Assim, na portaria da sede, nossos recepcionistas irão medir sua temperatura através de um aparelho recomendado pelos profissionais de saúde. Caso a temperatura esteja acima de 37 graus, o associado(a) será convidado(a) a procurar orientação médica;

3. Após aferição da temperatura será disponibilizado também o álcool em gel para os visitantes.

Presidente Mario Eugenio

 

ASTAPE-BA - ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROBRAS DA BAHIA.