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11/10/2016

Fonte: Estadão

 

No centro das investigações da Operação Lava Jato, a Petrobras tem promovido, desde junho do ano passado, uma série de mudanças na sua estrutura corporativa para tentar evitar novos casos de corrupção. Há duas semanas, a diretoria de Governança, Risco e Conformidade promoveu o primeiro Encontro de Gestores de Risco, reunião que contou com a presença de executivos de dez grandes empresas, como Vale, Shell, Samarco, Fibria, Banco do Brasil e Votorantim.

De acordo com a petroleira, o objetivo do fórum é disseminar a cultura de risco nas maiores companhias do País e discutir os impactos que as novas regulações - como a Lei das Estatais e a Anticorrupção - têm em seus respectivos negócios.

Os três pilares que sustentam a Política de Riscos da Petrobras - decisões colegiadas, punições a empregados e criação de uma auditoria externa para apurar denúncias de irregularidades - serviram de referência para o encontro da estatal com as outras companhias. A ideia é que o fórum seja permanente e que as reuniões aconteçam a cada seis meses. A reunião permite que gestores troquem experiências e, a partir daí, apresentem sugestões para melhorar o setor de riscos em cada empresa.

Segundo Carlos Alberto Rechelo, gerente-executivo de riscos da estatal e responsável, junto com o diretor João Elek Junior, por refazer as políticas de governança da Petrobras, as empresas estão vulneráveis a fraudes quando o mesmo funcionário que assume o risco das operações fica responsável por monitorá-lo.

"Esse é um componente comum em todas as crises que observamos em diversos bancos e empresas", diz Rechelo, ao lembrar que a empresa começou a reforçar, em julho do ano passado, a segregação de função entre os que tomam risco e os que monitoram seus resultados. "Na verdade, o gestor de risco da Petrobras é apenas quem 'aperta o botão vermelho'. Até lá, nos preocupamos que ele tenha todos os elementos necessários para tomar uma boa decisão."

Equívocos

O departamento de governança corporativa não chega a ser uma novidade na estrutura administrativa da Petrobras. Antes da Lava Jato, contudo, a presença de profissionais dedicados à análise de risco não impediu que a petroleira tomasse uma série de decisões que se mostraram "malsucedidas" e que causaram prejuízos bilionários, conforme avaliou em entrevistas recentes o atual presidente Pedro Parente.

Segundo ele, as gestões anteriores erraram ao "endeusar" os campos do pré-sal e ao apostar na construção das refinarias de Abreu e Lima, em Pernambuco, Premium I, no Maranhão, e Premium II, no Ceará.

Rechelo, no entanto, prefere não avaliar os problemas do passado. À frente de uma equipe de 80 profissionais - metade deles com menos de 35 anos - o gerente garante que, agora, a gestão de risco da maior estatal do País trabalha de maneira mais "robusta". "A área de risco analisa todos os projetos junto com os gestores responsáveis, e os orienta sobre possíveis ameaças", destaca. "Estabelecemos um conjunto de elementos de governança para blindar a empresa de interferências políticas e tornar suas decisões as mais transparentes possíveis", diz.

As mudanças na gestão já tiveram reflexos na visão do mercado financeiro sobre a companhia. Na última sexta-feira, 7, a estatal voltou a estar entre as três maiores empresas do País listadas em Bolsa. Segundo dados da Economática, a Petrobras alcançou um valor de mercado de R$ 211,637 bilhões e passou a ter o segundo maior valor de mercado.

A partir de hoje (5/9), os beneficiários da AMS poderão enviar as solicitações de reembolso de medicamentos comprados a partir de 1/9/2016.

Os pedidos devem ser feitos exclusivamente por meio do Botão Compartilhado. A opção já está disponível, somente para empregados, nos endereços: http://compartilhado.petrobras.com.br/ (ambiente interno) ouhttp://servicoscompartilhados.petrobras.com.br/ (ambiente externo com uso de chave e senha extranet). Clique aqui para ver o passo a passo.

A partir de 15/9, aposentados e pensionistas poderão enviar suas solicitações de reembolso de medicamentos usando o Botão Compartilhado, cujo acesso também será disponibilizado para estes beneficiários. Em breve serão divulgadas informações detalhadas sobre como aposentados e pensionistas poderão enviar seus pedidos de reembolso.

A lista de medicamentos, os critérios de cobertura e a lista de documentos para solicitação de reembolso permanecem os mesmos. Estas informações estão disponíveis no site da AMS: ams.petrobras.com.br – Programas Complementares - Benefício Farmácia.

Desconto da participação
Em função da disponibilização do reembolso, os descontos mensais serão retomados a partir da folha de outubro, quando serão descontadas as participações relativas aos meses de setembro e outubro. 

Delivery
Será mantido o processo atual de delivery. As solicitações de medicamentos oncológicos ou de alto custo (com valor unitário a partir de R$ 300,00) devem ser enviadas para a chave BNF00 ou e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it., acompanhadas das respectivas documentações. A lista de documentos está disponível no site da AMS: ams.petrobras.com.br – Programas Complementares Benefício Farmácia – Entrega em domicílio (delivery).

Reembolso de compras realizadas entre 15/09/2015 e 31/8/2016

A companhia está elaborando um cronograma para recebimento dos pedidos de reembolso de compras realizadas entre 15/09/2015 e 31/8/2016. Informações detalhadas serão divulgadas em breve.

Informações
Em caso de problemas de acesso ao Botão Compartilhado, utilize o 881. Para esclarecer dúvidas sobre o Benefício Farmácia ou sobre como solicitar reembolso, entre em contato com o 0800 2872267.

A Operação Greenfield, da Polícia Federal, atingiu os quatro maiores fundos de pensão estatais brasileiros: Petros (Petrobrás), Funcef (Caixa), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios). Com autorização da Justiça do Distrito Federal, foram bloqueados R$ 8 bilhões de investigados, incluindo ex-dirigentes de empreiteiras, ex-administradores dos fundos e empresários. A operação apura "gestão temerária e fraudulenta". Cinco pessoas foram presas e 28, conduzidas coercitivamente. Entre elas, os empresários Wesley Batista, da J&F, Eugênio Staub, da Gradiente, Gerson Almada, da Engevix, e Walter Torre, da WTorre. Segundo o juiz Vallisney Oliveira, a investigação apontou aquisição de cotas em Fundos de Investimentos por Participação com base em avaliações irregulares. O objetivo era superestimar o valor dos ativos das empresas para aumentar a quantia investida. Na prática, um esquema parecido ao superfaturamento de obras públicas. 
R$ 48,7 bilhões 
foi o prejuízo registrado pelos quatro fundos por má gestão, envelhecimento da população e fatores conjunturais 
Operação apura fraudes de maiores fundos de pensão 
A Polícia Federal realizou ontem a Operação Greenfield, que atingiu os quatro maiores fundos de pensão estatais brasileiros - Petros (Petrobrás), Funcef (Caixa), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios). Autorizada pela Justiça do Distrito Federal, a operação bloqueou R$ 8 bilhões dos investigados, entre eles ex-dirigentes de empreiteiras, como OAS e Engevix, ex-administradores dos fundos e proprietários de grandes empresas. A operação investiga "gestão temerária e fraudulenta" nos fundos patrocinados pelas estatais. 
Até a conclusão desta edição, cinco pessoas haviam sido presas temporariamente e 28 conduzidas coercitivamente - quando o investigado é levado a depor pela autoridade policial -, entre elas os empresários Wesley Batista, da J&F, Eugênio Staub, da Gradiente, Gerson Almada, da Engevix, e Walter Torre, da WTorre. Joesley Batista, da J&F, também tem um mandado de condução coercitiva em seu nome, mas não compareceu porque está no exterior. Ele informou que vai se apresentar às autoridades assim que chegar ao País. Por se tratar de uma investigação de primeira instância, a Greenfield não apontou a participação de políticos. 
Porém, o PT e o PMDB influenciaram na escolha dos dirigentes das entidades quando os investimentos suspeitos foram feitos. Desde o início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, os fundos de pensão se tornaram o segundo maior financiador de infraestrutura do País, atrás apenas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Nos 13 anos de gestão petista, Previ, Funcef e Petros, majoritariamente, eram controladas pelo PT e o Postalis, pelo PMDB. Alguns desses aportes começaram a ser investigados ainda na Operação Lava Jato, como a Sete Brasil, empresa criada para fornecer as sondas para a Petrobrás e que entrou em recuperação judicial. 
Petros, Funcef e Previ são sócias da Sete. A casa do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto - que cumpre prisão na Lava Jato - foi alvo de mandado de busca e apreensão e três imóveis dele foram sequestrados pela Justiça. Segundo os investigadores, ele teria negociado a aprovação de um investimento do Funcef em um fundo da OAS Empreendimentos, "em detrimento do patrimônio" do fundo de pensão da Caixa Econômica Federal. Também foram alvo de condução coercitiva os ex-presidentes dos fundos Postalis Alexej Predtechensky, Previ Sérgio Rosa e Petros Carlos Fernando Costa. 
FIPs. Em despacho no qual autorizou as medidas contra 40 pessoas, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10.ªVara Federal do Distrito Federal, disse que a investigação mostrou que parte dos fundos de pensão adquiriu cotas em fundos de investimentos por participação (FIPs) com base em avaliações econô- mico-financeiras irregulares. No entendimento dos investigadores, o "objetivo real" das avaliações era superestimar o valor dos ativos das empresas destinatárias dos aportes de modo a aumentar, de forma artificial, a quantia a ser investida pelo fundos de pensão. Na prática, apontou o juiz, o esquema era parecido com o de superfaturamento em obras pú- blicas. "Os fundos pagavam pelas cotas do FIP mais do que elas de fato valem, sofrendo um prejuízo "de partida", independente do próprio sucesso que venha a empresa a ter no futuro." 

Segundo a PF, a investigação tem como alvo dez casos revelados com base na análise das causas dos déficits bilionários apresentados pelos fundos de pensão. Desses dez casos, oito são relacionados a investimentos por meio dos seguinte FIPs: Cevix, Multiner, Sondas, OAS Empreendimentos, Enseada, RG Estaleiros, Florestal e Global Equity. Além dos FIPs, são alvo da investigação a compra por Previ, Petros e Funcef de cotas na Invepar e o prejuízo sofrido pela Funcef na alienação subfaturada de salas comerciais no edifício da OAB no Distrito Federal. São investigadas 38 pessoas jurídicas e 74 pessoas físic 
Entre elas estão o banco Santander, a J&F (holding da JBS), as empreiteiras OAS, Engevix e WTorre, a Gradiente, a Invepar, a Rio Bravo, a Brookfield, a massa falida do banco BVA, a BRAM e BEM DTVM (Bradesco) e as consultorias R.S e Lakeshore. Dos sete mandados de prisão temporária expedidos, cinco foram cumpridos: Carlos Augusto Borges, Demósthenes Marques, Guilherme Lacerda e Mauricio Marcelini, do Funcef, e Humberto Viana, da Petros. Carlos Alberto Caser e Fabio Maimoni, do Funcef, eram considerados foragidos. / FABIO SERAPIÃO, ANDREZA MATAIS, MURILO RODRIGUES ALVES, FAUSTO MACEDO, JULIA AFFONSO e RICARDO BRANDT 
Entidades respondem por 62,6% do rombo do sistema em 2015 
Os quatro fundos de pensão alvo da Operação Greenfield respondem por 62,6% do rombo acumulado de todo o sistema em 2015. Juntos, Funcef, Petros, Previ e Postalis registraram déficit de R$ 48,7 bilhões. Em 2015, a Petros registrou déficit de R$ 22,6 bilhões; Previ, R$ 16,1 bilhões; Funcef, R$ 8,8 bilhões; e Postalis, R$ 1,2 bilhão, segundo a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). A Greenfield foi realizada de forma conjunta entre Polícia Federal, Ministério Público Federal, Previc e Comissão de Valores Mobiliários (CVM). / M.R.A 


PT indicou dirigentes da Previ e do Petros 
O fundo de pensão dos funcionários da Petrobrás, Petros, esteve sob o comando direto de sindicalistas do PT, de 2012 a 2014, período em que foram tomadas decisões de investimento consideradas de alto risco e de retorno financeiro duvidoso. Segundo fontes do Conselho Deliberativo, órgão administrativo máximo da fundação, a Petrobrás foi pressionada nos últimos anos para que a diretoria da Petros fosse escolhida pelos empregados, em votação interna. Essa seria uma tentativa de despolitizar a instituição. 
A proposta chegou a ser levada ao Conselho de Administração da estatal, mas nunca avançou por esbarrar na resistência de líderes petistas ligados à CUT. Hoje, o fundo é comandado por Walter Mendes Júnior, que, no mês passado, renunciou a uma cadeira no Conselho de Administração da estatal para assumir a Petros. Com passagem pelo Itaú Unibanco e por fundos estrangeiros de investimento, Mendes Júnior é reconhecido pelo mercado financeiro como um executivo de perfil técnico. 
Ele foi indicado pelo atual presidente da Petrobrás, Pedro Parente. Já a Previ teve nos últimos anos em seu comando quatro presidentes: Sérgio Rosa, Ricardo Flores, Dan Conrado e Gueitiro Genso. Ex-sindicalista e diretamente ligado ao PT, Rosa presidiu o maior fundo de pensão do País por dois mandatos, desde o início do governo Lula, em 2003, até 2010. Apesar de petista fiel, o executivo era considerado muito autônomo e técnico para os padrões do Planalto à época. 
Rosa não conseguiu fazer seu sucessor na Previ. Depois dele passaram a comandar o fundo nomes de perfil técnico. O primeiro foi Ricardo Flores, que acabou saindo por decisão de Dilma Rousseff, após uma queda de braço com o então presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine. Depois de Flores assumiram Dan Conrado e, no ano passado, Genso, ambos sem fortes ligações políticas. 


 (Fernanda Nunes e Mariana Durão - O Estado de S.Paulo)

Brasília, 07 - Gestores de fundos de pensão de empresas estatais investigados no âmbito da Operação Greenfield ignoraram advertências e aportaram bilhões em investimentos duvidosos, segundo o Ministério Público e a Polícia Federal. As aplicações foram feitas mesmo diante de prejuízos constatados e avaliações "inverossímeis".

Análises apontavam empreendimentos sujeitos a riscos ambientais e jurídicos como mais seguros do que títulos da dívida pública, considerados o investimento de menor risco em um país. Em um caso emblemático, os fundos Petros (Petrobrás) e Funcef (Caixa) aplicaram R$ 1,042 bilhão cada no Fundo de Investimentos em Participações (FIP) Sondas, criado para financiar a construção 28 sondas de exploração de petróleo da Sete Brasil. O valor se somava ao investimento inicial de R$ 350 milhões feito por ambos.

Segundo os investigadores, gestores da Petros já sabiam que as primeiras sondas não seriam entregues no prazo quando decidiram realizar o segundo aporte. Na Funcef, executivos de áreas jurídicas e de risco se manifestaram contra o novo aporte por estar fora dos limites prudenciais do fundo. As recomendações foram ignoradas.

A Previ (Banco do Brasil) já havia investido R$ 180 milhões no negócio, mas decidiu não fazer aporte adicional. Hoje, especialistas avaliam que houve perda total dos investimentos.

Em outro caso, o Funcef teve prejuízo de R$ 270 milhões ao investir, em 2009, no FIP Cevix, destinado à fundação de uma empresa de energias renováveis. As fraudes começaram na escolha da consultoria que avaliaria os ativos da Desenvix, outra sócia do fundo. A Upside Finanças Corporativas perdeu o pleito inicial, mas foi a única a ganhar "nova oportunidade" e levou o contrato.

A Upside deveria atribuir valores aos ativos da Desenvix, que seriam usados para capitalizar o FIP e serviriam de referência para definir o aporte do Funcef. Os avaliadores da Upside - que chegou a figurar entre as melhores assessorias no ranking da Anbima, associação do mercado de capitais - atestaram que o investimento era mais seguro que títulos do Tesouro Nacional. A hipótese "inverossímil", segundo os investigadores, desconsiderou riscos jurídicos, ambientais e operacionais.

A denúncia aponta que o valor investido foi desviado para que a Desenvix melhorasse seu balanço, em detrimento das obras de usinas para geração de energia do contrato. O Funcef ainda injetou mais R$ 80 milhões no FIP para tentar salvar o investimento, sem sucesso.

J&F. Em outro caso emblemático, entre 2009 e 2010, os fundos de pensão de Petrobrás e Caixa investiram R$ 272,25 milhões cada no FIP Florestal, criado para investir na Eldorado Brasil Celulose, que pertence ao grupo J&F, mesma controladora do frigorífico JBS. Para bater o martelo sobre o negócio, a cúpula dos fundos acatou um relatório que apontava valor de mercado de R$ 1,187 bilhão.

A cifra era mais que o dobro do que apontou o corpo técnico do Funcef e o triplo da avaliação da Silviconsult, contratada pela Petros. Com isso, segundo os investigadores, os fundos de pensão pagaram mais de R$ 270 milhões pela participação que valia, no máximo, R$ 113 milhões.

O texto aponta que os fundos de pensão desrespeitaram resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), que proíbem o financiamento, por fundos de previdência complementar, de incorporação imobiliária.

Ainda concordaram com projeções ultraotimistas sobre receitas futuras, caso do FIP Enseada, que tentava ressuscitar a fabricante de eletroeletrônicos Gradiente. O investimento de R$ 17 milhões de Petros e Funcef, neste caso, virou pó. Grupos que acompanham de perto o caso dos fundos de pensão alertam que ainda há muito mais a ser investigado além dos dez casos listados por MPF e PF. As informações são do jornal

Fonte: O Estado de S. Paulo.

A Petrobras conta com a adesão de 8 mil empregados ao Programa de Incentivo à Demissão Voluntária (PIDV), que se encerra à meia noite desta quarta-feira (31). Segundo fonte da empresa, até a última sexta-feira (26), mais de 7 mil tinham aderido ao programa. Um novo balanço ainda não foi feito, porque a expectativa era de que muitos funcionários, até então em dúvida, se manifestassem no último momento.

Um número concreto das demissões apenas será conhecido em maio do ano que vem, prazo final para que todos os funcionários confirmem se querem, realmente, aderir ao PIDV. Os desligamentos acontecerão gradativamente. Ao optar pela adesão, o empregado é imediatamente informado sobre a data de saída, que deve ser entre setembro deste ano e maio do ano que vem. Cada um deles tem até essa data para desistir da demissão.

A indenização é paga no desligamento, o que significa que o dinheiro vai sair do caixa da Petrobras aos poucos. De qualquer forma, não terá impacto no resultado financeiro da empresa, que já provisionou os gastos.

De acordo com a fonte, a petroleira foi conservadora ao reservar o dinheiro e parte deve ser devolvida ao caixa. A Petrobras identificou 12 mil empregados com potencial de adesão, porque estão mais próximos da aposentadoria. "Mas sabíamos que nem todos iriam aderir", afirmou.
em.com.br/app/noticia/economia/2016/08/31/internas_economia,799601/pidv-da-petrobras-deve-atingir-8-mil-empregados-adesao-termina-a-meia.shtml

ASTAPE-BA - ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROBRAS DA BAHIA.