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23/07/2020

A Petros já conseguiu recuperar grande parte da rentabilidade dos investimentos após a forte queda registrada em março em função da crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus. A partir de um trabalho intenso de adaptação das carteiras e um movimento estratégico para aproveitamento das oportunidades, o rendimento já vem apresentando melhora, com alta de 3,52% em abril, de 2,91% em maio e de 2,99% em junho, de acordo com a prévia do último mês. Com isso, a Petros já conseguiu reduzir em mais de oito pontos percentuais a rentabilidade negativa acumulada no primeiro semestre de 2020, de -14,20%, em março, para -5,87%, em junho.

No resultado acumulado em 12 meses até junho, os números já são positivos em 0,92%. Considerando um horizonte um pouco maior, de 18 meses, a rentabilidade está em 12,67%, bem superior ao CDI do período, que ficou em 7,82%.

"O resultado comprova a decisão acertada do time de gestão, que desde o início da crise vem acompanhando de forma permanente o mercado e revisando cenários para adotar as melhores estratégias e conseguir recuperar a rentabilidade dos planos", destacou o diretor de Investimentos, Alexandre Mathias. "Apesar da crise e do ano difícil, nossas estratégias para capturar ganhos no mercado, considerando o período 2019-2020, mostram que estamos remunerando cerca de 200% do CDI, um retorno compatível com os melhores investimentos disponíveis no Brasil e das melhores assets", completou Mathias.

Maiores planos também recuperam rentabilidade

Os três maiores planos administrados pela Petros também apresentam recuperação. O Plano Petros-2, de contribuição variável, teve alta de 3,3% em abril e de 2,3% em maio, bem acima da meta atuarial de, respectivamente, 0,12% e 0,05%. Já os planos Petros do Sistema Petrobras - Repactuados e Não Repactuados (PPSP-R e PPSP-NR) avançaram 3,8% e 3,6% em abril. Ambos registraram rentabilidade de 3,2%, em maio. Os resultados também foram superiores aos seus objetivos de 0,05% em abril e -0,02% em maio. Em junho, considerando a prévia do mês, os investimentos do PP-2 subiram 3,1%, ultrapassando a meta atuarial de 0,7%, enquanto os do PPSP-R e do PPSP-NR valorizaram 3,1% e 2,9%, também acima do objetivo para os dois planos, de 0,6%.

Se por um lado a renda variável foi o componente que mais sofreu com a crise, por outro tem tido importante papel na trajetória de recuperação. Os ativos alocados neste segmento registraram forte alta nos três meses seguintes após a queda de março: quase 11% em abril e cerca de 10% em maio - acima do Ibovespa, que subiu 10,25% e 8,57%, respectivamente -, e pouco mais de 5% em junho.

Além das estratégias praticadas pelos times, a rápida recuperação dos investimentos geridos pela Petros pode ser atribuída também à revisão do modelo de gestão de ativos, no fim de 2019, que possibilitou à Fundação um melhor posicionamento em cenários de crise. Somou-se a isso a rentabilidade histórica da empresa em 2019, em torno de 20%, a melhor dos últimos 12 anos, situando-se entre os maiores rendimentos do setor e entre as gestoras de recursos.

Apesar do cenário ainda desafiador, que exige cautela, a Petros investe em maior proporção em títulos públicos federais emitidos pelo Brasil, que têm baixo risco de crédito, e possui ações sólidas de empresas importantes e consolidadas, com a robustez necessária para enfrentar momentos de turbulência na economia e se recuperar de crises. Além disso, os investimentos dos planos devem ser observados sob a ótica de longo prazo, de acordo com seus compromissos futuros, o que oferece tempo para a recuperação do mercado.

Mais transparência e agilidade na divulgação dos dados de investimentos

Aumentar a transparência das informações aos participantes é um compromisso desta gestão e, por isso, a Petros vem ampliando e agilizando, a partir da publicação da prévia de investimentos, a divulgação sobre a performance dos seus investimentos. Neste sentido, as publicações foram reformuladas, tanto em termos de conteúdo como de prazos de publicação, passando a contar com novos dados, comparativos com referências de mercado e utilização de recursos gráficos, para facilitar o entendimento dos resultados dos planos.

A primeira publicação neste novo formato, o Informe de Investimentos - Prévia, dos meses de maio e de junho, já está disponível no Portal Petros, com versões para cada um dos três maiores planos da Petros (PPSP-R, PPSP-NR e PP-2). Também há uma específica para os demais planos administrados pela Fundação. A publicação, como o nome diz, é uma prévia dos resultados, com o desempenho das aplicações financeiras e uma análise do cenário econômico e do mercado de investimentos.

 

Fonte: Petros

22/07/2020

18/07/2020     

                                                                                                                     

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24/06/2020

 

A Petros esclarece que, neste processo de parcelamento do PED-2015, não envia boleto para a residência dos seus participantes. 

O boleto para pagamento à vista é gerado pelo próprio participante dentro do sistema do parcelamento. 

Em caso de dúvidas, ligue para a Central de Relacionamento (0800 025 35 45 ou 21 3529-5550, para ligações de celular). O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.

 

Fonte: Petros 

23/06/2020

 

Prezados  companheiros, desde o dia 15/06/2020, quando a PETROS liberou o simulador para cálculo do pagamento das parcelas não quitadas para quem deixou de pagá-las por força da liminar da justiça as parcelas do PED, oferecendo a opção para você decidir em quitar a vista, iniciar de imediato ou começar em janeiro de 2021, essa opção gera um comprometimento pessoal. Ao optar por uma posição indicada pela Petros, você assume um compromisso do qual não pode mais desistir, a não ser para mudar para pagamento a vista. Então, como nós, integrantes  da Fenaspe e de outras  entidades envolvidas no Fórum do grupo de trabalho, não assinamos o termo de compromisso do NPP, não iremos indicar opção nenhuma, deixaremos a PETROS arbitrar a seu modo.

 

Presidente da Fenaspe | Astape-Bahia

 

 

20/06/2020

A AMS Petrobras suspenderá, provisoriamente, as mudanças na forma de cobrança da AMS que estavam previstas para acontecer em julho (segunda onda), conforme matéria publicada em 15 de abril. Quanto aos pensionistas da primeira onda abrangidos pelas liminares, as cobranças retornaram ao desconto em folha, conforme comunicados divulgados anteriormente.


Lembramos que a mudança na forma de cobrança encontra-se sub judice e a extensão da suspensão à segunda onda é uma decorrência do cumprimento de liminares deferidas pela Justiça do Trabalho. A Petrobras prosseguirá defendendo a licitude da mudança, que é prevista em Regulamento.


Para os beneficiários que já pagavam por boleto bancário anteriormente às mudanças anunciadas em abril, e portanto não abrangidos pela discussão judicial, o pagamento continua sendo realizado da mesma forma.


A AMS Petrobras reforça que o pagamento por boleto bancário proporciona mais agilidade ao processo de reembolso, que é creditado diretamente na conta corrente cadastrada. Para quem permanece com o pagamento da AMS via boleto, manteremos o envio por correio e e-mail, além de ficarem disponíveis na área restrita do Portal AMS (acesso com login e senha). Caso ainda não tenha o acesso, basta clicar na opção “cadastre-se”, na parte superior da página e realizar o loginAcesse aqui o passo a passo para realizar o cadastro ou recadastramento no Portal AMS, em caso de esquecimento da senha.

 

Mantenha seus dados cadastrais atualizados nos portais Petros e AMS

 Fonte: Petros

18/06/2020

ASTAPE-BA - ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROBRAS DA BAHIA.