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A Petros flexibilizou as regras de empréstimos para os participantes ativos, aposentados e pensionistas do Plano Petros do Sistema Petrobras (PPSP) que vão contribuir para o equacionamento do déficit acumulado em 2015. A partir de 1º de março, você poderá pedir a suspensão da cobrança das prestações de empréstimos no seu contracheque por um período fixo de seis meses. Esta medida foi adotada para que os participantes tenham tempo de se adaptar às contribuições extras para o equacionamento do PPSP que, conforme já anunciado, começam a ser cobradas em março.

Você terá um prazo de 12 meses - até 1º de março de 2019 - para solicitar a suspensão temporária das prestações de seu empréstimo. Mas, se quiser suspender a cobrança já no contracheque de março, precisa fazer a solicitação entre os próximos dias 1° e 6 de março. Pedidos feitos após esta data serão efetivados no contracheque do mês seguinte. Quem pedir entre 7 e 31 de março terá a cobrança suspensa em abril e assim por diante. Ou seja, solicitações feitas até o último dia de um mês serão efetuadas no contracheque do mês seguinte.

A suspensão temporária do pagamento do empréstimo só vale para contratos solicitados até 28/2/2018. Também é necessário que ao menos uma parcela já tenha sido quitada pelo participante. Quem tiver mais de um contrato de empréstimo poderá suspender as prestações de apenas um deles, de alguns ou de todos. Além disso, enquanto pelo menos um dos contratos estiver com a cobrança suspensa, o participante não poderá solicitar um novo empréstimo, nem refinanciar ou renovar nenhum de seus contratos antigos.

Juros e correção referentes ao período de suspensão do pagamento serão somados ao saldo devedor, seguindo a taxa prevista no contrato. Para contratos dentro da reserva, a taxa é de 0,59% + IPCA ao mês. Para contratos acima da reserva, é de 0,90% + IPCA ao mês. Por isso, avalie com cautela se a suspensão temporária por seis meses é realmente necessária para você e lembre-se de que você não precisa decidir agora. A medida ficará disponível durante os próximos 12 meses e só poderá ser solicitada uma única vez por contrato.

A Petros também vai oferecer uma modalidade temporária de refinanciamento dos empréstimos, com possibilidade de pagamento em até 20 anos (240 meses), o dobro do permitido atualmente. Esta medida, assim como a suspensão, será exclusiva para os participantes que vão contribuir para o equacionamento. Mais detalhes sobre o refinanciamento serão divulgados em breve.

ATENÇÃO: Com o início da cobrança do equacionamento, caso você não tenha margem para o desconto relativo a parcelas de empréstimos já contraídos, a cobrança será feita por meio de débito automático em conta corrente, conforme prevê o contrato. Se não houver saldo em conta, será enviado boleto bancário para pagamento da parcela. O boleto avulso também poderá ser solicitado a qualquer momento pelos canais de atendimento da Petros. Caso o pagamento não seja efetuado, a Petros enviará carta de cobrança.

COMO SOLICITAR: Para pedir a suspensão temporária das cobranças, acesse a área restrita aos participantes no Portal Petros, informando matrícula e senha Petros. Em seguida, clique no ícone "Empréstimos" e, depois, em "Condições Especiais para Público do Equacionamento".

Caso você tenha esquecido sua matrícula e/ou senha, clique em "esqueci a matrícula" e/ou em "esqueci ou não tenho senha". Se você não possui e-mail cadastrado na Petros, entre em contato com a Central de Relacionamento (0800 025 35 45). A Central de Relacionamento funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h. Mas a solicitação de suspensão pode ser feita no portal das 7h às 23h, todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados.

 

 

PASSO A PASSO PARA SUSPENDER A COBRANÇA POR SEIS MESES

Acesse a área restrita do participante no Portal Petros, com matrícula e senha;

PASSO A PASSO PARA SUSPENDER A COBRANÇA POR SEIS MESES

Acesse a área restrita do participante no Portal Petros, com matrícula e senha;



Clique no ícone "Empréstimo";


Em seguida, vá para "Condições Especiais para Público do Equacionamento";



Será exibida na tela uma lista com todos os seus contratos de empréstimo; 

Selecione apenas um contrato por vez para suspender a cobrança;

Clique na caixinha correspondente à esquerda; 




Depois, clique em "Suspender";



Atenção: o contrato só estará suspenso se aparecer a mensagem "Confirmação de Suspensão", com o número do contrato suspenso. 



Se você quiser suspender as prestações de mais de um contrato, siga os mesmos procedimentos para cada um deles.  

Regras para a suspensão temporária da cobrança
  • A suspensão será pelo prazo fixo de seis meses consecutivos
  • É exclusiva para participante do PPSP que vai contribuir para o equacionamento
  • Precisa ser solicitada pelo participante no Portal Petros - todos os dias, das 7h às 23h
  • É temporária, podendo ser solicitada até 1º de março de 2019
  • Para não haver cobrança em março, peça a suspensão entre 1º e 6/3/2018
  • Solicitações feitas até o último dia de um mês serão efetuadas no contracheque do mês seguinte
  • Só vale para contratos solicitados antes do mês da cobrança do equacionamento
  • Para solicitar a suspensão, ao menos uma prestação do contrato precisa ter sido paga
  • Só será permitida uma suspensão por contrato de empréstimo
  • Juros e correção referentes ao período de suspensão do pagamento serão somados ao saldo devedor. Os valores são de 0,59% + IPCA para contratos dentro da reserva, e de 0,90% + IPCA para contratos acima da reserva

 

Fonte: site da Petros

SINDIPETRO
Réu: FUNDACAO PETROBRAS DE SEGURIDADE - PETROS
Movimento: Decisão >> Concessão >> Antecipação de tutela
Vistos etc.
Trata-se de Ação Civil Pública movida pelo SINDIPETRO AL/SE em face da
Fundação Petrobras de Seguridade Social – PETROS. Inicialmente o autor firma comentários
acerca da sua legitimidade ativa. Por conseguinte, alega que em setembro de 2017, a ré
comunicou o implemento de um equacionamento do deficit acumulado em 2013, 2014 e 2015
pelo PPSP (Plano Petros do Sistema Petrobras), e que isso implicaria em contribuições extras
das patrocinadoras (Petrobras, Petrobras Distribuidora e Petros), dos participantes ativos,
aposentados e pensionistas, por um período de 18 (dezoito) anos. Aduz que o referido
equacionamento foi imposto da forma mais gravosa aos participantes e assistidos, uma vez que
foi equacionado a totalidade do deficit, quando há a possibilidade de se equacionar apenas
aquilo que ultrapassar o limite legal, por exemplo. Assenta que os participantes ativos e
assistidos sofrerão redução significativa nos seus vencimentos. Defende que as contribuições
extraordinárias são de responsabilidade exclusiva das patrocinadoras. Salienta que a PETROS
optou pelo modo mais gravoso, qual seja promover o equacionamentoda totalidade do deficit
(R$ 27,7 bilhões), quando haveria a possibilidade de se fazer o equacionamento apenas ao que
excedesse ao resultado da fórmula prevista no art. 28 da Resolução 26/2008.Requer
liminarmente que a ré se abstenha de implementar quaisquer descontos a título de
equacionamento de deficit na remuneração dos participantes ou nos benefícios dos assistidos,
até que refaça a conta com a correção dos erros apontados na exordial.
Eis o relatório. Decido.
Conforme dispõe o artigo 300 do Código de Processo Civil, o deferimento da tutela
de urgência está condicionado à demonstração, no caso concreto, de seus requisitos legais,
quais sejam: a) a probabilidade do direito; b) o perigo de dano ourisco ao resultado útil do
processo; e c) a ausência do perigo de irreversibilidade.
No caso dos autos, verifica-se que houve a configuração dos requisitos supracitados,
conforme será demonstrado a seguir.
Por meio dos documentos juntados a inicial restou comprovada a probabilidade
inequívoca do direito pretendido e operigo de dano, a uma porque a forma de equacionamento
deve ser a que menos cause impacto nosorçamentosfamiliaresdos participantes e assistidos,
sendo razoável que seja realizado com base em fórmula mais branda, prevista no art. 28 da
Resolução MPS/CGPC 26/2008;a duas porque o desconto dascontribuiçõesextras, como
previsto,para o próximo mês (Março/2018) trará prejuízo significativo aos participantes e
assistidos do plano de previdência, em virtude do aumento exorbitante do valor total da
contribuição, o que significaria uma redução acima de 50% nos ganhos líquidos do aposentado.
Nessa circunstância, a não concessão da antecipação pretendida se afiguraria bem
mais gravosa do que seu deferimento.

Atenção companheiros aposentados da PETROBRAS!

Passou a folia do carnaval, é hora de pensar no futuro. O desconto da Petros está aí, não tem mais volta, já foi determinada a data do mesmo (10.03.2018). Alertamos aqueles que não são associados à alguma entidade que a ASTAPE BA está convidando você a se associar até o dia 28/02, já que no dia 01/03 a ASTAPE vai enviar a relação dos associados para o Dr. Cesar Vergara do RJ para impetrar ação jurídica, quem estiver nessa lista fará parte da ação contra o Equacionamento da Petros.
Corra, essa é sua última chance de fazer parte dessa ação.

Atenciosamente, Mario Eugenio - Presidente da FENASPE.
Contato no privado: 98802-1341 ou 3496-2102.

Durante a Assembleia que ocorrerá no dia 01 de fevereiro, a Federação  Fenaspe  irá realizar reunião com o Advogado para levantar questões relacionadas a cobrança da Petros. A partir da análise dos aspectos relevantes a este tema, será traçado um plano para estudar as alternativas possíveis.

ASTAPE-BA - ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROBRAS DA BAHIA.