NOTÍCIAS 

 

Na terça-feira, 25, a FUP e seus sindicatos conquistaram uma vitória importantíssima neste momento em que os participantes e assistidos do PP-1 estão prestes a enfrentar o equacionamento do Plano. Após nove anos de disputa judicial, o Sindipetro Litoral Paulista perdeu a ação em que tentou anular a sentença homologatória do Acordo de Obrigações Recíprocas (AOR), que garantiu os R$ 11 bilhões que estão contabilizados no atual balanço patrimonial do PP-1.

A 12ª Câmara Civil do Estado do Rio de Janeiro negou o recurso do Sindipetro (que sequer foi apreciado no mérito por patente impropriedade técnica), colocando, assim, um ponto final nesta disputa irresponsável, que atrasou por quase uma década o andamento da Ação Civil Pública onde a FUP e seus sindicatos cobram que a Petrobrás quite o restante de suas dívidas com o Plano Petros-1.

Não bastasse o Sindipetro-LP colocar em risco uma conquista que evitou que o plano fosse inviabilizado por um déficit que hoje seria, no mínimo, R$ 11 bilhões maior, ainda causou graves prejuízos aos participantes e assistidos, que poderiam ter avançado no julgamento da Ação neste momento em o PP-1 passa por sérios desequilíbrios, com um déficit bilionário que só faz aumentar.

Em 2015, o déficit do Plano já era de aproximadamente R$ 22 bilhões. Em 2016, passou para mais de R$ 26 bilhões e em junho de 2017, já havia ultrapassou os R$ 28 bilhões.

A Ação Civil Pública movida pela FUP e seus sindicatos é um dos principais instrumentos de luta para que recursos sejam aportados pela Petrobrás no Plano Petros-1, o que reduzirá significativamente o impacto do equacionamento do plano no bolso de seus participantes e assistidos.

É lamentável que um sindicato que representa a categoria tenha impedido durante nove anos o andamento dessa Ação, através de uma apelação sem sentido, com objetivos meramente políticos.

Fonte: FUP

 

 

 

 

UMA RESPOSTA ÀS CALÚNIAS EM MATÉRIA DA FUP SOBRE O SINDIPETRO-LP

 

Na terça-feira (25), depois de uma espera descabida de longos nove anos, a 12ª Câmara Civil do Rio de Janeiro negou o recurso do Sindipetro-LP relativo ao acordo firmado nos autos do processo jurídico impetrado pelos sindicatos em 2001 em relação às dívidas que a patrocinadora Petrobrás mantém junto ao Plano Petros do Sistema Petrobrás. Descabida porque um recurso demorar quase uma década para obter uma resposta é uma anomalia jurídica sem sentido que só é possível num país como o Brasil em que o desrespeito aos trabalhadores e à população em gera l prima, não somente na Justiça, mas em todas as esferas institucionais.


Sobre a calúnia irresponsável
Na manhã desta sexta-feira (28) fomos surpreendidos com a publicação de uma matéria desrespeitosa da Federação Única dos Petroleiros (FUP) em seu site oficial sobre este tema. Para “tirar o corpo fora” e se isentar dos erros que cometeu nos últimos 14 anos, em especial na sua gestão na Petros, a FUP prefere atacar um dos sindicatos com maior tradição de luta e organização da categoria petroleira: o Sindipetro-LP. No lugar de priorizar a unidade do movimento petroleiro numa conjuntura tão dura para os trabalhadores, prefere o caminho da calúnia.

A atual direção do Sindipetro-LP lamenta profundamente este tipo de sindicalismo. Desde que assumimos a gestão da entidade, nos dedicamos com força à tarefa de unificar a categoria em que pese as diferenças políticas e programáticas que dividem as duas federações. Se é verdade que não se deve negar as divergências, para nós também sempre foi verdade que isso não deveria servir de pretexto para negar a necessária união na defesa da Petrobrás e dos nossos direitos. A união da categoria é, aliás, um sentimento que toma conta dos petroleiros de norte a sul do país. Outro sent imento da categoria, bastante justo, é a aversão às disputas mesquinhas entre as lideranças sindicais.

Nos últimos dois anos, fruto deste esforço de unificar a categoria e de romper com o sindicalismo de egos, o Sindipetro-LP teve um papel importante no avanço dessa unidade. Fomos parte do valioso trabalho conjunto em defesa da Petrobrás em Brasília; construímos as caravanas unitárias de luta no estado de São Paulo; fomos parte dos atos e manifestações em defesa da democracia, dentre tantos outros trabalhos conjuntos que apontavam para uma superação da fogueira de vaidades que contamina boa parte dos dirigentes sindicais.

Por isso, observamos com bastante preocupação o fato de que alguns poucos dirigentes ainda não tenham percebido a necessidade desta unidade, preferindo apostar na divisão da categoria enquanto nossos direitos, nossa empresa e nossas vidas estão em risco.

A verdade sobre o processo
Em relação à matéria publicada pela FUP, cabe esclarecer que o recurso efetuado pelo Sindipetro-LP não suspendeu a eficácia do acordo firmado por esta federação com a Petrobrás e Petros. Não corresponde à verdade a afirmação de que o Sindipetro-LP teria responsabilidade no déficit existente. Aliás, se algo contribuiu para este déficit foi o malfadado acordo que deu quitação parcial aos pedidos do processo, dificultando a análise de todos os pedidos objetos da ação judicial.

Se em 2001 todos os sindipetros estavam unidos e impetraram ação judicial cobrando as dívidas que a Petrobrás mantém com o Fundo, desde 2003, somente dois anos depois, os membros e simpatizantes da FUP estiveram à frente da Petros, ocupando todos os cargos executivos e ainda no conselho deliberativo, assessorias e gerências da Fundação.

A FUP exerceu através de Wilson Santarosa e Diego Hernandes a Presidência do Conselho Deliberativo da Petros, onde tem até hoje o conselheiro eleito Paulo César Martins, o PC. Exerceu também a Presidência da Petros através de Wagner Pinheiro de Oliveira, Luiz Carlos Fernandes Afonso, Carlos Fernando Costa, os três denunciados pelos executivos da JBS e, ainda, Henrique Jäger. Esteve nas diretorias Administrativa e Financeira, de Seguridade e de Investimentos com Sérgio Lyra, Ricardo Malavazzi, Newton Carneiro da Cunha, Maurício França Rubem.

Ao longo desses 14 anos, nunca cobrou qualquer dívida que as patrocinadoras mantêm junto aos planos que a Petros administra. Não estamos falando sequer de dívidas que foram criadas pela tresloucada política de Recursos Humanos sob a batuta de Diego Hernandes, que provocou passivos nunca mensurados relativos às ações de níveis, RMNR, PCAC, aceleração de carreiras, ou ainda o contingente judicial cujo regresso judicial nunca foi cobrado. Sobre todos esses passivos há um silêncio constrangedor que responde, de fato, pelas alterações dos compromissos da Petros na ordem de R$ 10 a 14 bilhões do atual déficit téc nico de R$ 27 bilhões que seremos chamados a equacionar em breve.

Falemos, portanto, apenas dos passivos atuariais anteriores à posse da FUP na gestão da Petros, que constavam da Ação Civil Pública que demos entrada juntos na 18ª Vara Civil do Rio de Janeiro, e com os quais, teoricamente, a FUP não teria divergência em cobrar administrativamente, pois o fez na Justiça, quais sejam: alteração das tábuas de mortalidade na avaliação dos compromissos com o grupo pré-70, ocorrida em 2004; diferença do débito relativo ao fechamento do plano para novos ingressantes (geração futura) por decisão unilateral da Petrobrás em 2002; reconhecimento tardio do pagament o de diferenças atribuídas a contagem de horas extraturno, impactando diretamente no equilíbrio atuarial do plano; débito referente à extinção da Interbrás e da Petromisa; Débito referente à consagração dos direitos do Grupo 78/79 na repactuação, entre outros.

O Acordo de Obrigações Recíprocas (AOR), segundo a FUP, colocaria dinheiro no Plano Petros e o mesmo ficaria em equilíbrio se você repactuasse, sem precisar mais se preocupar com déficit técnico. A história nos mostrou o quanto temos sido enganados:

1. O dinheiro foi contabilizado e ainda não entrou no Plano. Talvez em 2028;
2. A FUP à frente da Petros nunca cobrou dívida alguma de quaisquer patrocinadoras, deixando um rastro de negligência com o nosso plano, favorecendo a Petrobrás e a BR Distribuidora;
3. O desastre da gestão da FUP à frente da Petros levou a um déficit técnico de R$ 27 bilhões que será cobrado de todos nós, participantes e assistidos;
4. Denúncias de corrupção e gestão temerária que levaram a investimentos duvidosos, nas páginas policiais e levando o nome da Petros e da própria Petrobrás na lama;
5. Um volume inacreditável de 27 mil ações jurídicas movidas pelos participantes e assistidos em defesa de seus direitos que estão sendo desrespeitados;
6. Desmoralização do movimento sindical e das reivindicações dos trabalhadores, levando a uma paralisia do movimento social diante do Governo Temer, um dos governos mais corruptos e entreguistas da história.
7. Consolidação de perdas de direitos dos participantes e assistidos da Petros que aceitaram repactuar seus contratos e que agora vão enfrentar a política divisionista da cisão do plano Petros;
8. Você que repactuou terá que equacionar o déficit técnico assim como quem não repactuou;
9. A FUP enquanto esteve à frente da Petros nunca promoveu a eleição para diretores da Fundação, conforme constou no próprio AOR. Preferiu ser nomeada pela Petrobrás, prejudicando decisivamente a transparência da gestão da Petros.

Com tudo isso, é indignante que a FUP tenha a audácia de condenar o Sindipetro LP e outras entidades combativas que hoje se alinham na Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) para construir um sindicalismo de fato combativo e independente de qualquer governo, princípio que a outra federação claramente deixou de lado.

E nos assusta ainda mais que a FUP siga atacando os trabalhadores e suas organizações, sem fazer qualquer autocrítica dos erros que cometeu, que nos deixam de fora da gestão da nossa Fundação e nos farão equacionar um déficit técnico de R$ 27 bilhões.

Ainda assim, não perdemos a esperança de superar essas práticas tão nocivas à organização dos trabalhadores. Apesar da existência de uns poucos dirigentes que apenas se preocupam com a manutenção de seus cargos e privilégios pessoais, sabemos que há dirigentes na FUP preocupados em defender a categoria e a Petrobrás. Não será uma nota lamentável dessas que irá nos desviar do compromisso de seguir lutando pela unificação da categoria, pois esta é a única forma de defender a Petrobrás e o Brasil.

Juntos somos mais fortes!

 

 

 

O prazo para envio de pedidos de reembolsos de compras de Benefício Farmácia referentes ao período compreendido entre 16/09/15 e 31/08/16 foi postergado e vai até 31/07.

A alteração acontece em função aumento da quantidade de pedidos referentes a este período nessas últimas semanas e visa propiciar aos nossos beneficiários a possibilidade de obterem o devido reembolso. 

Ressaltamos que somente os pedidos encaminhados até 31/07 serão analisados pela Petrobras e devem ser enviados exclusivamente pelo Botão Compartilhado.

O navegador padrão para acessar o Botão Compartilhado é o Mozilla Firefox e o passo a passo para utilizar o sistema está disponível aqui.
 
Sistemática de reembolso 
As solicitações aprovadas (com status de “atendimento concluído”) até o dia 20 de cada mês e que se encontrem sem pendências seguem o calendário de pagamentos da folha da Petrobras no mês seguinte.

Medicamentos cobertos 
A lista de medicamentos cobertos está disponível no site da AMS (Busca Medicamentos) ou no próprio Botão Compartilhado.

Delivery 
Está mantido o processo atual de delivery. As solicitações de medicamentos oncológicos ou de alto custo (com valor unitário a partir de R$ 300,00) devem ser enviadas para a chave BNF00 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., acompanhadas das respectivas documentações. A lista de documentos está disponível no site da AMS: ams.petrobras.com.br – Programas Complementares Benefício Farmácia – Entrega em domicílio (delivery).

Informações 
Em caso de problemas com acesso ao Botão Compartilhado, dúvidas sobre o Benefício Farmácia ou sobre como solicitar reembolso, entre em contato com o Call Center da AMS (0800 2872267).

 

  

 

 

A Petros reforçou a segurança na atualização cadastral dos participantes e assistidos e nas regras de concessão de empréstimo para aumentar a confiabilidade das informações e evitar possíveis fraudes. Com isso, alguns procedimentos foram modificados: Alteração de dados bancários de aposentados e pensionistas: a mudança só pode ser feita com o preenchimento do formulário “Pedido de Alteração de Dados Bancários”, que deve ser assinado e ter firma reconhecida em cartório. O aposentado ou pensionista deve solicitar o documento à Petros, por meio de seus canais de atendimento, ou ao representante na patrocinadora. Também é preciso anexar cópia autenticada do documento de identidade e cópia comum de um comprovante da nova conta bancária (cartão do banco ou extrato). Caso o formulário seja assinado por um representante legal, deverão ser anexadas também cópias autenticadas do documento de identidade do signatário e da procuração ou do termo de tutela ou curatela. A documentação pode ser enviada à Petros pelos Correios ou entregue na sede da Fundação, nos postos de atendimento em Santos, Salvador e Aracaju ou ao representante na patrocinadora. As alterações começam a valer para crédito do benefício no mês seguinte ao recebimento da documentação na Petros. Por exemplo, se o formulário e os anexos chegarem até o último dia útil de julho, a nova conta bancária será usada para pagamento do benefício de agosto. Atualização de telefone, endereço e e-mail: para fazer a mudança pela Central de Relacionamento (0800 025 35 45), passa a ser preciso digitar a senha Petros. Concessão de empréstimos: no caso de assistidos, o empréstimo Petros é creditado exclusivamente na mesma conta bancária na qual é depositado o benefício. Quando houver alguma alteração de banco, agência ou conta corrente, o empréstimo só poderá ser concedido 60 dias após o cadastramento dos novos dados bancários. A concessão de empréstimo para participantes ativos é feita, obrigatoriamente, na mesma conta corrente na qual é creditado o salário. No início de cada mês, a patrocinadora encaminha à Petros arquivo com os dados bancários de todos os participantes. Assim, 1 qualquer alteração de banco, agência ou conta corrente de participante ativo deverá ser feita, exclusivamente, na patrocinadora. O empréstimo não pode ser creditado em contas do tipo “conta-salário”, que não permitem outros tipos de crédito além do salário. Comunicação via e-mail: mensagens eletrônicas devem ser enviadas pela aba “Fale Conosco”, que pode ser acessada na área restrita do Portal Petros, após digitar matrícula e senha Petros. É importante ressaltar que dados cadastrais são sigilosos e nunca devem ser repassados a terceiros.

 

 

 

 

 

 

A Petros está começando a recadastrar os participantes dos dois maiores planos da Fundação: o Plano Petros do Sistema Petrobras (PPSP) e o Plano Petros-2 (PP-2). Será um trabalho complexo, que vai envolver um universo de mais de 120 mil pessoas, mas fundamental para o equilíbrio financeiro dos planos e o bom atendimento dos participantes. É com base nas informações do cadastro, como idade, estado civil e número de dependentes dos participantes, que os técnicos da Petros calculam quanto o plano vai precisar para honrar os compromissos futuros. E, para que esses cálculos sejam corretos, precisam se basear em informações que realmente correspondam à realidade dos participantes. Dados atualizados também garantem que, na hora em que os participantes ou seus dependentes forem receber um benefício da Petros, eles serão atendidos de forma ágil e correta, sem esbarrar em falta de documento ou informação imprecisa. Por causa do grande número de pessoas, o trabalho foi dividido em três etapas, começando pelo participantes vinculados à própria Petros, inclusive os aposentados e pensionistas. Este grupo tem até o dia 17 deste mês para se recadastrar. De 18 de julho a 31 de agosto, será a vez dos aposentados pensionistas de todas as outras patrocinadoras. Já os participantes ativos terão que atualizar seus dados entre 1º de agosto e 15 de setembro. O recadastramento será totalmente digital, feito exclusivamente aqui pelo Portal Petros. Para acessar o formulário de recadastramento, será necessário ter em mãos a matrícula e a senha Petros – a mesma usada para entrar na área do participante no portal. O acesso só será liberado para os participantes no período de recadastramento de cada um dos grupos. Mas já é possível ir separando os documentos, porque em alguns casos o envio será obrigatório. Quem tem dependentes terá que enviar o documento de identidade e o CPF dos maiores de 12 anos. Se o filho for universitário, também será preciso enviar o comprovante da faculdade. Com relação ao próprio participante, só será necessário enviar documentos referentes aos dados pessoais que sejam alterados. Por exemplo, se houve uma mudança de nome, será preciso enviar a identidade; se o estado civil mudou, o documento solicitado será a certidão de 1 casamento ou de comprovação de divórcio. Os documentos devem ser enviados digitalmente, nos formados JPEG, PDF ou TIFF.

 

 

 

 

Campanha vale para os participantes do PPSP e PP-2

Aposentados e pensionistas terão de atualizar dados de 18/7 a 31/8

A Petros está dando início ao recadastramento de todos os participantes do Plano Petros do Sistema Petrobras (PPSP) e do Plano Petros-2 (PP-2). Trata-se de um universo de mais de 120 mil pessoas e, por isso, o trabalho será feito em etapas. E, para você, que é aposentado ou pensionista, o recadastramento começa na próxima terça-feira, dia 18 de julho, e vai até 31 de agosto.

O recadastramento é de fundamental importância para todos. É com base nas informações do seu cadastro, como idade, estado civil e número de dependentes, que a Petros calcula quanto será necessário para pagar todos os benefícios atuais e futuros. E, para que estes cálculos sejam corretos, eles precisam se basear em informações que realmente correspondam a sua realidade. Dados atualizados também garantem que, na hora em que você e seus dependentes precisarem receber um benefício da Petros, vocês serão atendidos de forma ágil e correta.

Você vai precisar da sua matrícula e senha de participante Petros

O recadastramento é obrigatório e será realizado exclusivamente pelo Portal Petros (www.petros.com.br). Por isso, você vai precisar de um computador, tablet ou celular com acesso à internet. Para abrir o formulário de recadastramento, você também vai precisar da sua matrícula e da senha Petros - a mesma usada para entrar na área do participante no portal.

Caso você tenha esquecido a matrícula e/ou a senha, acesse o Portal Petros, no topo da página, e clique em "esqueci a matrícula" e/ou "esqueci ou não tenho senha". Para recuperar a matrícula, você precisará informar CPF e data de nascimento. Já para pegar a senha, digite sua matrícula Petros, CPF e data de nascimento. Ao pedir a recuperação dos dados, a matrícula será informada na tela, e a senha será enviada para o seu e-mail cadastrado na Fundação. E se você não possui nenhum e-mail cadastrado na Petros, entre em contato com a Central de Relacionamento (0800 025 35 45).

Separe sua documentação e dos seus dependentes

Seu recadastramento começa no próximo dia 18, mas você já pode ir separando sua documentação e de seus dependentes, pois será necessária para comprovar algumas informações.

Você vai precisar enviar um documento de identidade de cada um dos seus dependentes, o CPF daqueles que tiverem mais de 12 anos, uma declaração da faculdade dos dependentes universitários, e certidão de óbito, caso algum deles tenha falecido.

Já os seus próprios documentos só precisarão ser enviados se você mudar algum dado pessoal que consta atualmente no cadastro da Petros. E basta enviar o documento relativo à informação que foi alterada. Por exemplo, se seu nome mudou, será necessário anexar a cópia da nova identidade; se você era solteiro e se casou, precisará enviar uma cópia da certidão de casamento; se, ao contrário, era casado e se separou, vai precisar da certidão de casamento com averbação de divórcio.

Os documentos devem ser enviados pela internet. No próprio formulário do recadastramento, há um espaço para isso. Será preciso ter uma cópia digital dos documentos no seu computador, celular, tablet ou no aparelho que utilizar para fazer o recadastramento. Você também pode fazer uma foto do documento pelo celular, desde que seja nítida. Serão aceitos arquivos nos formatos JPEG, PDF ou TIF.

Quem não se recadastrar pode ter o pagamento suspenso

É muito importante para o futuro do plano que todos os participantes atualizem seus dados. E, para garantir que isso aconteça, aqueles que não se recadastrarem no prazo não vão poder acessar a área do participante do Portal Petros, não vão conseguir obter empréstimo da Fundação e poderão ter o pagamento de seu benefício de aposentadoria ou pensão suspenso.

ASTAPE-BA - ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROBRAS DA BAHIA.