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19/01

A Petros revisou sua Política de Investimentos, que vai nortear a gestão dos recursos de cada um dos planos administrados pela Fundação nos próximos cinco anos (2017-2021). Para o Plano Petros do Sistema Petrobras (PPSP), a Política prioriza a redução da renda variável (ações negociadas em bolsa e participações em empresas). O percentual máximo de investimento aplicado nesse segmento baixou de 45% para 35%. Os limites foram revistos para estreitar as faixas de aplicação em cada tipo de investimento, dando uma orientação mais clara sobre a gestão dos ativos. Na renda variável, a meta é chegar a 20% dos investimentos do plano, no curto e médio prazos, isto é, em até dois anos. Isso porque o PPSP é um plano maduro, ou seja, tem grandes despesas com pagamento de benefícios. Logo, precisa ter a maior parte dos seus recursos em investimentos que priorizem a segurança e possam ser convertidos em dinheiro no curto prazo, sem prejuízos à rentabilidade.

A estratégia é intensificar o processo de venda de participações em empresas e, com os recursos obtidos, adquirir títulos públicos que podem ser negociados no mercado de acordo com as necessidades de caixa do plano. Assim, no segmento de renda fixa (títulos públicos e privados), que atualmente concentra 45% dos ativos do plano, a meta é chegar a 71% do volume dos investimentos, no curto e médio prazos. No caso dos Fundos de Investimentos em Participações (FIPs), a Petros segue com a estratégia de não realizar novos investimentos. Clique aqui para conferir a Política de Investimentos na íntegra.

Fonte: Petros

ASTAPE-BA - ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROBRAS DA BAHIA.