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Fonte: Petros

Qual a principal meta de sua gestão?

Temos que maximizar o retorno dos investimentos e prestar um serviço de excelência à patrocinadora e aos participantes. Eles são os donos dos recursos, são os nossos patrões. Também temos como objetivo tornar a Petros uma entidade mais profissionalizada, aumentando a capacidade técnica das pessoas que já estão na Fundação e reforçando a posição da Petros como referência entre os fundos de pensão.

Como o senhor pretende fazer isso?

Trabalhando para dinamizar os processos de investimentos e aperfeiçoando a governança corporativa e a transparência. Desde março de 2015, a gestão anterior já deu importantes passos para reforçar a governança, mas há sempre espaço para avançar. A Petros precisa ter um processo muito robusto de decisão de investimento, com governança forte e todas as etapas bem definidas. A gestão de investimentos foi mais conservadora de um ano e meio para cá, porque era a melhor alternativa naquele momento.  Mas, agora, precisamos aumentar a rentabilidade. Tudo será olhado com detalhes e de acordo com a característica de cada plano. Pretendo  introduzir na Petros uma cultura semelhante à de uma asset management, ou seja, de uma gestora de recursos, respeitando a legislação e todas as limitações de um fundo de pensão.

Houve uma ligeira melhora na economia. Isso já se refletiu nos investimentos de 2016? Qual a perspectiva de resultado para o ano?

O resultado da Petros consolidado no primeiro semestre ficou acima da meta atuarial. No entanto, prefiro não fazer projeção de como fechará o ano, pois, o mercado está em um momento de transição. O que posso garantir é que estamos trabalhando para gerir os recursos dos participantes com a máxima qualidade técnica e de acordo com as melhores práticas de governança.

À frente da Petros há menos de um mês, o presidente Walter Mendes traz a experiência de 30 anos como gestor de recursos no mercado do Brasil e do exterior e o conhecimento sobre a Petros adquirido como presidente do Comitê de Auditoria Estatutário do Conselho de Administração da Petrobras. No Conselho da Petrobras também integrou o Comitê de Remuneração e Sucessão da companhia. Além desses cargos, Mendes foi diretor executivo do Comitê de Aquisições e Fusões (CAF) - entidade de autorregulação mantida pela BM&FBovespa, Anbima, Amec e IBGC - e diretor fundador e presidente da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec). Conheça um pouco mais dos planos do executivo na entrevista a seguir.

 

 

ASTAPE-BA - ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROBRAS DA BAHIA.