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16/07/2021

Atendendo a uma demanda dos nossos participantes e das entidades representativas, abriremos um novo período de opção pela suspensão temporária do pagamento das parcelas do empréstimo Petros. Entre os dias 21 de julho e 3 agosto, participantes ativos e assistidos de todos os planos que contam com esse serviço poderão acessar a Área do Participante, aqui no Portal Petros, e suspender temporariamente o pagamento das parcelas de agosto, setembro e outubro. Como a suspensão é opcional, quem não se manifestar seguirá com as prestações sendo cobradas normalmente nos meses de agosto a outubro.

 

Avalie bem antes de suspender
Durante os três meses de suspensão temporária, o participante continuará tendo descontados no seu contracheque os valores referentes à taxa de administração do contrato e ao Fundo de Quitação por Morte (FQM), que variam de acordo com o plano. Os juros e a correção referentes ao período de suspensão do pagamento serão somados ao saldo devedor, seguindo a taxa prevista no contrato. Por isso, avalie com cautela se a suspensão temporária por três meses é realmente necessária.

Também é muito importante ressaltar que a suspensão temporária da cobrança do empréstimo Petros libera margem consignável para que outras obrigações financeiras, com agentes externos à Petros, sejam cobradas no contracheque. Caso o participante tenha uma dívida com um agente externo - um banco ou um plano de saúde, como a Saúde Petrobras, por exemplo -, que não esteja sendo cobrada em razão do limite de margem, o valor devido pode ser cobrado devido à liberação do montante que seria destinado ao pagamento do empréstimo Petros. Esclarecemos que não temos ingerência sobre esse tipo de cobrança e que, por isso, não garantimos que o montante de cada prestação do empréstimo temporariamente suspensa – já descontado o FQM e a taxa de administração – possa de fato ser disponibilizado no valor líquido a receber no contracheque mensal.

Como pedir a suspensão
O período de opção pela suspensão estará disponível de 21 de julho e 3 agosto. Para solicitar, será preciso acessar a Área do Participante, no Portal Petros, informando matrícula e senha. Na seção “Empréstimos”, o participante deverá clicar em “Solicitação de empréstimos”, e, em seguida, ir para “Suspensão temporária por 3 meses”. Depois, terá de selecionar o contrato e clicar em “Suspender”. Quem tem mais de um empréstimo com a Petros deve realizar esse procedimento para cada contrato ativo. Após solicitar a suspensão temporária do empréstimo Petros, o participante não deverá fazer qualquer movimentação no contrato até o dia 3 de agosto, para não invalidar o pedido de suspensão temporária. Qualquer movimentação contratual, como novação e refinanciamento, cancelará automaticamente o pedido de suspensão. Se houver novação ou refinanciamento após essa data, será gerado um novo contrato, cujo pagamento não estará temporariamente suspenso.

Regras para a suspensão temporária da cobrança
A suspensão é temporária, pelo prazo de três meses consecutivos;
As prestações serão suspensas no período de agosto a outubro de 2021, com juros e correção referentes a esse período acrescidos ao saldo devedor;
Precisa ser solicitada pelo participante no Portal Petros;
Período de opção vai de 21 de julho a 3 de agosto;
Durante os três meses de suspensão, o participante terá apenas os valores referentes à taxa de administração do contrato e ao Fundo de Quitação por Morte descontados no contracheque;
A disponibilização de margem consignada pode permitir que agentes externos amortizem outras obrigações que o participante tenha e a Petros não tem ingerência sobre isso;
A suspensão está disponível para participantes de todos os planos que contam com o serviço de empréstimo.

Em caso de dúvidas, entre em contato com o "Fale conosco" ou chat online, pelo Portal Petros ou pelo app. Se preferir, ligue para a Central de Relacionamento - 0800 025 35 45 e (21) 3529-5550, para ligações pelo celular -, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.

Por telefone: Ligue para 0800 721 8508 e forneça a senha específica para votar por telefone, que é individual, exclusiva para as

eleições deste ano e dá acesso ao sistema uma única vez.

Esta senha foi enviada por SMS e pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Aqueles que não têm e-mail ou celular cadastrados na Fundação receberam a senha pelos Correios.

Na votação por telefone, além da senha, o participante deve informar o número de seu CPF e os dois últimos dígitos do seu ano de

nascimento.

 

 

As chapas 52 para o Conselho Deliberativo e 41 para o Conselho Fiscal, Petros para os/as petroleiros/as – unidade para continuar a lutar, é o esforço de diversos lutadores e lutadoras dos movimentos em defesa dos nossos direitos, que se congregam com o propósito  de manter a luta em defesa da Petros, para seus verdadeiros donos.

 

Nossa chapa se alicerça na luta em favor dos participantes e assistidos; manutenção do equilíbrio técnico dos planos; redução dos custos administrativos e boa qualidade no atendimento de todos, particularmente, de quem precisa requerer benefício; transparência na gestão e nos investimentos da Petros; administração da Petros independente das suas patrocinadoras e dos governos; e cobranças de dívidas e indenizações por ação ou omissão das principais patrocinadoras, a fim de reequilibrar os planos PPSPs, superando possibilidades de PEDs e do próprio NPP.

Nossa luta se orienta na defesa da Petrobrás como condição de existência da Petros. Nossos adversários são governos que buscam destruir o patrimônio nacional e que, além de serem um desastre para o meio ambiente, disseminam a miséria entre nosso povo com uma Política de Paridade de Importação (PPI), que elevou o preço do gás de cozinha a mais de 100 reais e da gasolina a mais de seis reais.

 

Não podemos nos omitir em relação a esta política reacionária e antidemocrática que ataca os direitos dos trabalhadores e busca a entrega aos bancos da nossa Petros e dos demais fundos de pensão.

 

Somos a renovação e com muita honra, levamos o legado de lutas de conselheiros como o falecido Ivan Barrreto (AMBEP), Epaminondas (ASTAPE-BA), Silvio Sinedino (Sindipetro-RJ), Paulo Brandão (FENASPE), Fernando Siqueira (AEPET),  e Ronaldo Tedesco (AEPET). Não somos lutadores de última hora, temos uma vida, na categoria e fora dela, dedicada as lutas coletivas, nunca fomos gerentes na Petrobrás, nem subordinamos nossa luta à carreira gerencial.

 

Temos vínculos sólidos, de respeito e construção com a grande maioria das entidades de longa tradição de luta em defesa dos direitos da categoria petroleira, dentro e fora da Petros, e colocamos nosso conhecimento técnico, nossa energia e independência à disposição da luta por uma Petros feita e gerida para e pelos participantes e assistidos.

 

 

 

 

 

 

CONSELHO DELIBERATIVO

MARCOS ANDRÉ (titular)

Foi militante do movimento estudantil, diretor da UNE, foi diretoria do sindicato, é cipista, é Técnico da Petrobrás desde 2006. Formado em Ciências Contábeis e Direito. Foi suplente do Conselho Fiscal (2013 – 2017 ) e do Conselho Deliberativo (2017 – 2021). Atualmente, preside a AEPET-BA.

 

ADAEDSON COSTA (suplente)

Técnico de operações da Petrobrás, Advogado e Pós graduado em Direito e Processo do Trabalho. É também coordenador geral do Sindipetro Litoral Paulista desde 2015, secretário geral da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e diretor Jurídico do CEPE Santos.

 

 

CONSELHO FISCAL

VINÍCIUS CAMARGO (titular)

Diretor do Sindipetro – RJ/FNP e Administrador de Empresas na Petrobrás desde 2002. Formado na Universidade de Brasília e pós graduado em Gerenciamento de projetos (FIA-USP) Técnico de operações da Petrobrás, Advogado e Pós graduado em Direito e Processo do Trabalho. É também coordenador geral do Sindipetro Litoral Paulista desde 2015, secretário geral da Federação Nacional dos Petroleiros

 

RAFAEL PRADO (suplente)

Presidente do Sindipetro São José dos Campos, secretário de comunicação da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e Técnico da Petrobrás desde 2007. É também formado em Administração e Direito pela Universidade Paulista.

  

 

 

PROPOSTAS

 

  • Aprovar o plano alternativo do grupo de trabalho que irá eliminar a necessidade do atual e dos futuros equacionamentos no plano;
  • Cobrar da Petrobrás a validação da mudança do estatuto da Petros para garantir a eleição dos diretores. Mesmo já tendo sido aprovado no conselho Deliberativo e ser parte do Acordo de Obrigações Recíprocas, assinado pela FUP e seus sindicatos com a Petrobrás e a Petros , o compromisso de mudança do estatuto para garantir a eleição da metade dos diretores, ou seja, o Diretor de Seguridade – DISE e o Diretor de Administração Financeira, até hoje não foi cumprido;
  • Implantação dos comitês gestores por plano, onde os participantes e assistidos terão representantes eleitos para compor esses Comitês que acompanharão a gestão de cada plano;
  • Realizar reuniões periódicas com prestação de contas dos mandatos dos Conselheiros, ouvindo questionamentos e sanando as dúvidas dos participantes e assistidos;
  • Implantar na Petros uma assessoria econômica aos participantes e assistidos na área de Planejamento Orçamentário Familiar, com foco nos empréstimos;
  • Melhorar e qualificar a formação de lideranças e dos participantes e assistidos, através de cursos à distância (EAD) e palestras presenciais;
  • Implantar no PP2 a opção de perfil de investimentos para que seus participantes e assistidos possam escolher onde e como investir melhor os seus recursos;
  • Orientar os novos empregados com relação a necessidade de adesão a proposta de planos patrocinados pela companhia. Não ao PP-33.

 

  

 

MOTIVOS PARA VOTAR

  • As chapas 52 e 41 estavam na linha de frete de nossa luta quando as contas da Petros foram rejeitadas por 16 anos consecutivos
  • As chapas 52 e 41 estavam na linha de frente de nossa luta quando, por quatro anos seguidos, o Conselho Fiscal da Petros recomendou a rejeição das contas por unanimidade;
  • As chapas 52 e 41 estavam na linha de frente de nossa luta quando o Conselho Fiscal da Petros denunciou à Previc e ao MPF mais de 70 investimentos com irregularidades comprovadas por Auditor Independente;
  • As chapas 52 e 41 estavam na linha de frente de nossa luta quando o PED Assassino foi rejeitado pelos conselheiros eleitos;
  • As chapas 52 e 41 estavam na linha de frente de nossa luta quando as entidades organizaram um FÓRUM para poder resistir ao PED Assassino e impor à Petrobrás um novo PED (o NPP) que viabilizou o PPSP e combateu o PP-3;
  • As chapas 52 e 41 estavam na linha de frente de nossa luta quando as entidades e os conselheiros eleitos estavam cobrando que a Petrobrás cumprisse suas obrigações com os Pré-70 com a devida reparação no TCF;
  • As chapas 52 e 41 estavam na linha de frente de nossa luta quando as entidades encaminhavam as lutas em defesa dos interesses dos participantes e assistidos da Petros, como contra a repactuação como agora em relação pelo direito dos assistidos RGs do PPSP-NR;
  • As chapas 52 e 41 estavam na linha de frente de nossa luta quando o PP-3 foi rejeitado por unanimidade pelos Conselheiros Eleitos;

As chapas 52 e 41 estavam na linha de frente de nossa luta quando cobramos a eleição de dois diretores pelos participantes assistidos da Petros.

 

 

 

 

ASTAPE-BA - ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROBRAS DA BAHIA.